segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Sargento da PM é fuzilado na frente de casa em Ribamar
Um policial militar foi executado na tarde desta segunda-feira (22) na frente de casa no bairro Jota Câmara, município de São José de Ribamar.
O sargento da PM Ribamar Prisca da Silva, 50 anos, foi atingido com dois tiros na cabeça e outro no ombro. A vítima chegou a ser encaminhada para o hospital municipal de Ribamar, mas não resistiu aos ferimentos.
O prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim: com certeza ele se manterá indiferente ao assassinato brutal do sargento 
De acordo com a Polícia Militar, dois homens armados chegaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos. As investigações apontam que o crime tenha sido encomendado, já que nada da vítima foi levado. Os criminosos já estão sendo procurados.
Com a morte de Prisca, sobe para 18 o número de policiais assassinados no Maranhão em 2014. Em novembro, 140 pessoas morreram de forma violenta.


Sargento Prisca: assassinado covardemente na frente de casa 
No início do mês, a cúpula da Secretaria de Segurança Pública negou que as mortes dos policiais tenha sido uma ação orquestrada pelo crime. Após uma reunião, os dirigentes prometeram, no último dia 9/12, apertar o cerco à criminalidade e reagir à violência. O que não aconteceu. 



Fonte: iDifusora
Deputado tem forte relação com a cidade balneária e ribamarenses pedem sua candidatura a Prefeito em 2016

Por Fernando Atallaia
Editor-Chefe da Agência Baluarte

Os mais de 4 mil ribamarenses que votaram em J. Pinto(PEN) para deputado estadual nas eleições passadas não esqueceram o candidato. Agora o colocam entre as opções mais viáveis à sucessão do atual prefeito Gil Cutrim(PMDB) em São José de Ribamar nas eleições que virão.

Jota, como é chamado na cidade balneária, é um antigo conhecido dos munícipes que já veem nele a possibilidade concreta de uma candidatura ao Executivo ribamarense em 2016. Apoiado nas Proporcionais de 2014 pelo médico Júlio Matos, o grupo formado para dar sustentação ao projeto de reeleição do então deputado cresceu vertiginosamente por todo município. É quase impossível não se ouvir menções do nome do parlamentar pelos bairros da cidade.

Um dos atributos de J. Pinto, a simplicidade com a qual define suas ações no campo politico é hoje reconhecida por grande parte da população de São José de Ribamar e circunvizinhança. Conforme apurou a equipe de reportagem da Agência de Notícias Baluarte, milhares de ribamarenses acenam positivamente a uma candidatura de J. Pinto caso ele aceite o desafio.

O deputado J. Pinto: ''São José de Ribamar, não digo ser a minha segunda casa, é a minha casa; quando estou na cidade penso em todos os bairros de Ribamar e reflito profundamente sobre o seu povo e os problemas que vem passando. Sofro junto com a população do município'' 
Enfrentando tempos difíceis, cruéis realidades e problemas sérios de governabilidade e gestão, os ribamarenses veem com bons olhos a presença do integrante do PEN em Ribamar. A constatação se deve ao fato de J. Pinto ter tido uma atuação marcante e compromissada com os municípios e cidades maranhenses na AL, incluindo-se aí a cidade balneária, para a qual o deputado se debruçou em atenção e preocupações constantes ao longo da última legislatura.

Na manhã dessa segunda-feira, entramos em contato com Jota que, diante das ventilações de seu nome a Prefeito de Ribamar, se mostrou grato pelo reconhecimento. ''São José de Ribamar, não digo ser a minha segunda casa, é a minha casa; quando estou na cidade penso em todos os bairros de Ribamar e reflito profundamente sobre o seu povo e os problemas que vem passando. Sofro junto com a população  do município, estou grato de estar sendo lembrado como alternativa ao desenvolvimento de nossa cidade balneária pelo povo, formado por milhares de amigos e irmãos que tenho por toda São José de Ribamar'', comemorou o deputado.  


ANB Online esteve semana passada, por ocasião das movimentações que vem ocorrendo em solo ribamarense para as eleições de 2016, em diversos bairros de Ribamar. Em Panaquatira, o vendedor Claimilson Santos declarou afeição e apoio irrestrito a uma possível candidatura de J. Pinto na cidade balneária.

''Votei nele para deputado, eu e minha família, e se sair candidato a Prefeito tem meu apoio garantido, porque é um homem bom, honesto e sincero e uma novidade pra nossa cidade que nunca teve um politico de verdade que lutasse por nós, nesses que tão aí eu não voto em nenhum'', descartou o ribamarense em tom de deferência ao parlamentar do PEN. 

Votação da PEC 215 é cancelada na Câmara e proposta deve ser arquivada

Para Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação de Povos Indígenas do Brasil (APIB), esta foi a grande vitória de 2014
Por Viola Jr
Direto da Câmara dos Deputados
A última sessão do ano legislativo na Câmara dos Deputados foi realizada nessa quarta-feira (17) sem a votação do relatório da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 215, que tirava do Judiciário a prerrogativa de demarcar terras indígenas, Unidades de Conservação e Territórios Quilombolas passando-a para o Executivo.
Do lado de fora, mais de 50 índios que passaram o dia protestando comemoraram o arquivamento 
Em uma sessão movimentada, os parlamentares da comissão especial que avaliava a PEC, presidida pelo deputado Afonso Florence (PT-BA), não conseguiram analisar as questões de ordem apresentadas contra o projeto e a sessão foi encerrada. Em casos como esse, o Regimento prevê que o projeto deve ser arquivado pela Casa.
Mobilização
Do lado de fora, mais de 50 índios que passaram o dia protestando comemoraram o seu arquivamento. Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação de Povos Indígenas do Brasil (APIB), reforçou a importância da vitória e das mobilizações dos movimentos, organizações e parlamentares contrários a PEC. “Essa foi realmente a vitória de 2014, num momento em que não víamos a possibilidade de vencermos, diante dos votos e das manobras ruralistas”, comemorou.
Apesar de explicar que o regimento da Câmara “determina que os projetos que não passarem por todas as comissões devem ser arquivados no final da legislatura”, Maurício Guetta, advogado do Instituto Sócio Ambiental (ISA), analisa com cautela o ocorrido. Para ele, os ruralistas ainda tentarão aprovar propostas contrárias aos direitos indígenas.       

Editor do jornal Estado de Minas é impedido de falar de política

CENSURA   João Paulo Cunha, que trabalhava no jornal há 18 anos, pediu demissão após aviso de que estava proibido de falar de política
Rafaella Dotta
De Belo Horizonte
Na terça-feira (16) João Paulo Cunha, um respeitado jornalista dos temas cultura e política, pediu demissão de um dos mais tradicionais meios de comunicação de Minas Gerais, o Estado de Minas. A notícia traz à tona a “onda de censura” implantada no jornalismo mineiro, fato comentado, documentado e denunciado por jornalistas mineiros há anos. 
A demissão de João Paulo aconteceu após uma conversa entre ele e a diretoria do jornal, em que a chefia deixou claro que ele não poderia mais escrever de política. Por considerar a atitude uma manifestação de censura sobre o seu trabalho, o jornalista não aceitou continuar no cargo e pediu demissão. 
João Paulo Cunha, que trabalhava no jornal há 18 anos, pediu demissão após aviso de que estava proibido de falar de política

“Acho inadmissível que um jornal censure seus profissionais. A luta histórica que tivemos no Brasil é para termos o jornalismo como instrumento de cidadania”, afirma o jornalista. O motivo da censura seria a sua opinião política, diferente da linha adotada pelo jornal, que segundo ele é “francamente explícita a favor de Aécio Neves”. 
No artigo “Síndrome de Capitu”, publicado no suplemento semanal “Pensar” no dia 5, João Paulo criticou a recente movimentação para um golpe político, elaborado pela oposição à presidência, e defendeu a Reforma Política como “agenda prioritária para a sociedade”. “A coluna que ele escreveu deve ter desagradado interesses do jornal e de alguns políticos, que fizeram uma represália a ele”, acredita Kerison Lopes, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais.
“Pensar continua sendo perigoso”

No estado, episódios de censura não têm acontecido apenas nas redações de jornais. A professora Beatriz Cerqueira, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT MG), foi alvo de 17 processos contra uma campanha publicitária sobre a educação mineira. Os processos foram movidos pela coligação do PSDB ao governo do estado. “Em Minas, pensar continua sendo um ato muito perigoso, quase um terrorismo contra o Estado”, afirma Beatriz. 
“Infelizmente, o Estado de Minas perde qualidade e credibilidade com essa atitude”, afirmou o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Kerison Lopes. Ele conta que, na manhã de quarta-feira (17), dezenas de leitores e jornalistas procuraram o sindicato para dar depoimentos descontentes com a saída de João Paulo. “A gente espera que esse seja o último caso de censura da era tucana em Minas, mas talvez seja o mais emblemático, pelo que João Paulo representa para o jornalismo mineiro”.
Daniel Camargos, jornalista do caderno de política do Estado de Minas, diz que a despedida de João Paulo foi comovente. “Quando ele se despedia das pessoas formou uma imensa roda em torno dele. Todos querendo saber o que havia ocorrido. Ele explicou e a reação final de toda a redação foi levantar e bater palmas”, conta. “Hoje (17) muita gente, mas muita gente mesmo, veio de camisa branca de malha. Uma maneira de homenagear o João Paulo, que se vestia constantemente assim”.
Juarez Guimarães, professor de Ciências Políticas da UFMG, acredita que este seja o caso de censura mais simbólico dos últimos tempos. “A falta de pluralismo dos donos da comunicação de Minas Gerais é uma afronta ao princípio de liberdade que funda a história dos mineiros”.

Entrevista com João Paulo Cunha

Formado em filosofia, psicologia e jornalismo, João Paulo Cunha trabalha há 25 anos como jornalista, sendo 18 deles no jornal Estado de Minas. Atualmente, era editor chefe do caderno de Cultura, além do caderno TV, Divirta-se e do suplemento que circula aos sábados, o Pensar. Em 2011, João Paulo lançou o livro “Em busca do Presente”, com artigos publicados na sua coluna “Olhar”.
Brasil de Fato - Na sua opinião, o que motivou a censura jornalística a você?
 João Paulo - O jornal, como todos, tem uma linha editorial própria, sobre a realidade política, social e econômica. Isso é legítimo. Como eu tenho uma linha de pensamento diferente, que discordava do jornal, avisaram que eu estava a partir daquele momento proibido de escrever ideias sobre política.

Pra você, é admissível que donos de um jornal ditem o que os jornalistas vão escrever?Não. Acho inadmissível que um jornal censure seus profissionais. A luta histórica que tivemos no Brasil é para termos o jornalismo como instrumento de cidadania. Ao censurar a imprensa ou o jornalista, você está tirando dele o mais importante, que é a liberdade de expressão e a possibilidade de trazer várias visões de mundo.

Sempre há denúncias de que há censura no Estado de Minas, inclusive durante as eleições. Isso realmente acontece?
Na minha área de trabalho, que é a cultura, nunca tive nenhum tipo de cerceamento com relação aos conteúdos. Mas ficou nítida nessa última eleição uma linha explícita a favor de Aécio Neves, sempre positivando as ações dele, e críticas e negativas a Dilma Rousseff. Hoje há um nítido direcionamento, que favorece Aécio. 
Por que isso prejudica o jornalismo?
A base do nosso trabalho é ampliar a capacidade das pessoas de se relacionar com o mundo, para tomar suas decisões da melhor forma e viver em sociedade. Quanto mais informação ele divulga, maior o compromisso do jornal com a sociedade. Se você limita as ideias a apenas uma posição, você está impedindo que o jornalismo faça o que é sua função essencial: levar informação de qualidade, reflexão e visão de mundo plural pra todas as pessoas.
Marcelo Tavares faz balanço da Transição: documentos enviados foram precários e insuficientes
Coordenador da equipe de transição designada por Flávio Dino diz que não teve acesso aos documentos solicitados e seguem sem informações concretas
Ao fazer um balanço sobre o período de transição, Marcelo Tavares, coordenador da Equipe de Transição do governador eleito Flávio Dino, avaliou que o processo praticamente inexistiu, já que a equipe do próximo governo teve acesso apenas a informações incompletas, truncadas e insuficientes. Para Marcelo, a aparente disponibilidade do governo que se finda não representou nada de concreto. “O processo de transição foi precário e insuficiente. Fomos recebidos para fotos, mas não recebemos informações concretas”, explicou Tavares.
O coordenador da equipe de transição designada por Flávio Dino voltou a explicar que o ritmo de recebimento de informações requeridas junto ao atual governo foi inadequado: das 32 solicitações com pedidos de detalhamento da estrutura e do orçamento de cada órgão, apenas 09 foram respondidas – muito menos da metade. “O que eles disponibilizaram foram apernas as informações mais óbvias. As que já são realmente públicas e constam nos diários oficiais e na internet. Já os contratos de pagamentos, por exemplo, nós nunca recebemos”, afirmou.
O Coordenador da Equipe de Transição, Marcelo Tavares: ''documentos enviados foram precários e insuficientes''. 
A folha de pagamento do Estado, a execução orçamentária atual, informações sobre contratos, convênios, precatórios, demonstrativo de obras e as ações prioritárias de cada pasta não foram repassados à equipe do próximo governo. Além disso, segundo Tavares, muitos dos contratos que são de conhecimento público são onerosos e inviabilizam o funcionamento da máquina pública.
“Essa administração tem algumas situações que precisam ser vencidas imediatamente. Existem muitos contratos que vampirizam a máquina pública e nós não tivemos acesso detalhado a eles. Para se ter uma ideia, alguns contratos chegam a representar metade do orçamento de uma pasta”,  disse fazendo menção aos contratos da área da saúde e administração penitenciária.
ESCONDENDO O JOGO A ex-governadora Roseana Sarney: espólio sombrio  
Falando da necessidade de expor à população os excessos administrativos do governo que se finda, Marcelo Tavares garantiu que haverá uma coletiva ainda em janeiro de 2015 para mostrar detalhadamente como foi aplicado o dinheiro público até dezembro de 2014. Um dos casos citados por ele diz respeito à compra do Hotel São Francisco. “A Seduc comprou um hotel completamente sucateado por R$ 25 milhões. Vamos mostrar à população de forma detalhada. Faremos um esclarecimento para que a população avalie o que foi feito com o dinheiro público no Estado”.
Dívidas, contratos e empréstimos
“Tem muita coisa estranha nesse governo”, disse Tavares ao explicar que a gestão que se finda pode não deixar dinheiro em caixa e que existem muitas dívidas a serem quitadas. Ele lembrou que há três anos o governo Roseana Sarney não paga os precatórios (dívida que só este ano soma quase R$ 300 milhões) e que a primeira parcela do empréstimo do BNDES de quase R$ 7 bilhões chegará em fevereiro de 2015.
“Precisamos olhar para atrás até para não comprometer os atos de gestão, mas isso não pode comprometer o compromisso que temos com o presente e com o futuro”, afirmou Tavares, ao explicar que se houver contratos suspeitos ou irregularidades, eles serão encaminhados para investigação. 

Matéria enviada Por Aline Louise e Camila Rocha da Assessoria de Imprensa do governador Flávio Dino. 
Secretário de Obras utiliza discurso distorcido e jactante para ludibriar ribamarenses.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

O secretário de Obras da Prefeitura Municipal de São José de Ribamar, André Franklin, ao que parece vem se especializando dia após dia em engodar os ribamarenses esperançosos por pavimentação asfáltica na cidade balneária.

Franklin postou hoje (22) em sua página no Facebook uma declaração elaborada com a clara intenção de convencer os munícipes de que às vésperas de período natalino, a gestão Cutrim estaria dando um ‘presente’ aos moradores de duas localidades.
ENGODANDO PESADO O secretário de Obras, André Franklin(na foto acima, o quarto da esquerda para direita): os impostos dos ribamarenses pagam a obra, mas ele diz que é um  'presente' da gestão atual 
''Conversamos com moradores que afirmaram que o trabalho está sendo bem executado, e agradeceram mais uma vez por esse presente dado pela gestão atual'', diz ele num trecho da declaração persuasiva e equivocada.

O secretário se alienou de um detalhe: a população de São José de Ribamar sabe que o tal presente citado por ele é na verdade fruto de seus impostos e que as obras que estariam sendo realizadas sob supostos agradecimentos, são bancadas pelo dinheiro público, portanto, obrigação da gestão em fazê-las.  

O prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim: é ele quem orienta seus auxiliares a serem tão desastrados ou o discurso do secretário já é uma determinação da politicalha?
André Franklin, por mais uma vez, errou feio e, assim como os demais secretários de Cutrim, mostra despreparo. Será se é o próprio prefeito que vem orientando seus auxiliares a subestimar a inteligência dos ribamarenses assim de maneira tão rasteira, ridícula e proposital? Ou será se o discurso de André Franklin de ‘dádiva aos pobres’ já não é uma determinação do gestor para o adestramento eleitoreiro? Ficam as perguntas. 

CAPITAL DO TERROR

Doze mortes violentas no final de semana em São Luís 


O final de semana foi violento na Região Metropolitana de São Luís. Dez homicídios e duas lesões corporais seguidas de mortes foram registradas entre sexta-feira (19) e a madrugada desta segunda-feira (22).
Na sexta-feira (19), um homem identificado como Jairo Silva Pereira dos Santos foi assassinado a tiros no Sol e Mar por volta das 19h15 da noite. Na Vila Lobão, às 21h38, Elias Correia, de 46 anos, foi morto a tiros.
Secretário de Segurança Pública do Governo do Estado, Marcos Afonso: de mãos atadas?
No sábado (20), por volta da 00h40, um jovem identificado como Antônio Fernandes Gama, de 27 anos, foi assassinado no bairro de Pedrinhas. Já por volta das 6h10, José Nazare Ribeiro, de 52 anos, foi morto a tiros na Vila Janaina. Um pouco mais tarde, por volta das 7h30, a vítima fatal foi Josinaldo Silva, de 22 anos, em um bairro ainda não identificado. Ainda pela manhã, por volta das 10h30, um jovem identificado como Richardson Machado Souza, de 26 anos, foi assassinado.
No final da tarde, às 17h40, um homem identificado como Francisco das Chagas Cantanhede, foi assassinado com disparos de arma de fogo no bairro do Coroadinho. Já pela noite, por volta da 22h30, a vítima fatal foi Cleiton Gomes Santos, no Recanto Fialho.
No domingo, às 4h40, Antônio Jorge Costa, de 40 anos, foi espancado até a morte na região do Matões, no bairro do Turu. Um homem identificado como Jeferson Fernando de Jesus Ferreira, morreu no Socorrão II após ser baleado por volta das 2h30 desta segunda-feira (22).
Outras duas mortes foram registradas neste final de semana. Rodrigo Santos da Cruz, de 18 anos, foi alvejado na quarta-feira (17) e acabou morreu na sexta-feira (19) no Socorrão II. No sábado (20), morreu Udson Magalhães Silva, que havia sido alvejado no início da semana no bairro do Anil.

Fonte: GI

Saída temporária de Natal vai beneficiar 219 detentos de São Luís

Detentos beneficiados sairão nesta terça-feira (23). 
Eles deverão retornar ás unidades prisionais no dia 29.


G1 MA

A Portaria assinada pelo juiz José Ribamar D’Oliveira Costa Júnior, titular da 2ª Vara Criminal e respondendo pela 1ª Vara de Execuções Penais, autoriza a saída temporária de Natal de 219 detentos de São Luís. De acordo com o documento, os detentos que têm direito à saída temporária são os que apresentaram bom comportamento e os que já cumpriram um sexto da pena, se for réu primário, e um quarto da pena, em caso de reincidência.
O Tribunal já mandou soltar
A saída dos beneficiados se dá nessa terça-feira (23), após reunião para advertências, esclarecimentos e assinatura do Termo de Compromisso. A reunião acontece a partir das 8h, nos estabelecimentos prisionais. O retorno dos contemplados com a saída deve se dar até às 18h da próxima segunda-feira (29) e deve ser comunicado pelos dirigentes dos estabelecimentos prisionais à Vara até as 12h do dia 06 de janeiro.
Os detentos não poderão sair do Maranhão, deverão evitar saídas após as 20h e não poderão comprar bebidas alcoólicas ou portar armas.
Irmã de rei vai à julgamento por corrupção
A irmã do rei de Espanha, a infanta Cristina, vai ser julgada por um tribunal de Palma de Maiorca por cumplicidade nos crimes fiscais cometidos pelo seu marido, Iñaki Urdangarin, decidiu hoje (22) o juiz responsável pelo caso.
O juiz José Castro decidiu incluir a infanta Cristina entre os acusados de fraude fiscal no auto de abertura do julgamento, que foi ditado hoje.
Contra os argumentos da defesa da irmã do rei, da autoridade tributária espanhola e do procurador público, o juiz José Castro considerou que a acusação que dirige está legitimada para julgar isoladamente a infanta Cristina, que pode ser condenada a até oito anos de prisão.
Cristina, a irmã do rei da Espanha, curte um 'bom' crime fiscal 
O juiz de instrução do processo, que fixou para a infanta uma caução de 2,6 milhões de euros, deixou fora da lista dos 20 acusados o vice-presidente da Câmara de Valência, Alfonso Grau, e os ex-dirigentes da iniciativa Madrid 2016, Miguel de la Villa e Gerardo Corral.
O procurador anticorrupção espanhol, Pedro Horrach, pediu 19 anos e seis meses de prisão para Iñaki Urdangarin, cunhado do rei de Espanha Felipe VI, no âmbito do processo.
Horrach exigiu ainda pagamento de 3,5 milhões de euros pelo desvio de fundos públicos em vários delitos de corrupção, fraude fiscal e lavagem de dinheiro.
No documento oficial, de 576 páginas, que entregou ao juiz José Castro, o procurador solicitou que sejam julgadas, no caso, 14 pessoas. 

Da Agência Lusa. 

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