sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Bem Viver recebeu R$ 359 milhões e não pagou seus funcionários


A ONG Bem Viver tem deixado seus centenas de funcionários pessimamente mal vividos. Ela recebeu R$ 359.890.858,11 e até agora não pagou os salários de enfermeiros, assistentes e todo o pessoal que compõe a rede hospitalar público estadual, notadamente os que trabalham nas Upas.


A reclamação é geral. Os salários saiam sempre até o dia cinco de cada mês. Já chegou na metade do mês e nada. Mas os médicos já receberam para evitar que o funcionamento no atendimento hospitalar de urgência seja paralisado.
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Cadê o dinheiro dos funcionários, Ricardo? 
Aliás, são fortes os comentários de que a desorganização que impera na Bem Viver é tão grande que médicos estariam recebendo salários (cerca de até R$ 40 mil) em mãos. Ou seja, uma forma descarada de desviar para não pagar tributos.
A ONG tem como representante junto aos negócios com a Secretaria de Estadual de Saúde o deputado Antonio Pereira, reeleito com uma campanha milionária que não resiste a uma investigação.
O próprio Pereira tem informado a amigos mais próximos que a Bem Viver ficou sem recursos agora por causa do apoiamento financeiro a campanhas eleitorais, notadamente a dele e a de Andréa Murad, filha de Ricardo Murad, e de quebra o genro Souza Neto. Estes, sim, estão bem vividos e com um natal prometido.

Fonte: Blog do Cardoso. 

A crueldade com os nordestinos

Após doze anos de esquerda no Poder, os filhos do Nordeste ainda estudam em escolas de taipa

Por Ruth de Aquino 
Um absurdo a fúria que emergiu nas redes sociais contra o povo nordestino, por ter votado em massa em Dilma Rousseff. É preconceito de uma minoria ruidosa de brasileiros sem noção. Algo escandaliza ainda mais que isso: a crueldade com crianças pobres em escolas do Maranhão e Alagoas, obrigadas a sair do colégio uma hora mais cedo por falta de merenda, ou forçadas a se arranhar em cercas de arame farpado para fazer suas necessidades no mato, por falta de banheiro no colégio.

É um crime dos governos condenar crianças do Nordeste a essa calamidade na educação, enquanto, nas favelas do Sudeste, bibliotecas-parque sofisticadas, ao estilo da Colômbia, são construídas e servem de vitrines para o governo petista.
Por que essa discriminação com o povo nordestino? Não faz sentido que, depois de 12 anos de governo de “esquerda”, os filhos do Nordeste continuem a estudar em escolas improvisadas de taipa e terra batida, descalços, sem kit escolar, sem ao menos o arroz, pedido modestamente por uma menininha maranhense.
Será que, entre as novas ideias do novo governo, está o respeito aos direitos humanos da infância nordestina? Esses direitos constitucionais englobam educação, saúde, saneamento básico e o fim da tuberculose, que mata mais que o ebola no mundo subdesenvolvido. Incluem ainda oportunidades de ascensão de jovens sem dependência financeira do Estado e o direito a uma vida digna, que reduza drasticamente a gravidez precoce e a prostituição infantil e juvenil. Esperamos que o novo governo encampe ideias velhas e deixemos de ver uma realidade de cortar o coração.

Imagens foram exibidas pelo programa Bom Dia Brasil, da TV Globo. Reportagens em campo mostram o país real, não aquele da propaganda eleitoral ou aquele protagonizado por discussões partidárias inócuas. Quanto besteirol de todos os lados na semana passada. O plebiscito anunciado por Dilma, que deveria criar conselhos populares para fazer a reforma política, era natimorto. Conscientes de que Câmara e Senado vetariam novamente, Dilma e o PT só queriam uma cortina de fumaça pós-eleição, para desviar a opinião pública dos desafios concretos.
Os “conselhos populares” – que não garantem participação real do povo nos rumos do Brasil – abriram rusgas entre um Congresso corporativista e a mãe dos pobres. Com um detalhe: a maior oposição ao novo governo vem da base aliada, do PMDB e dos PTs regionais. Renan Calheiros, o presidente do Senado, diz que “conversa não arranca pedaço”. Verdade. Só arranca um dinheirinho aqui, um cargo ali, uma promessa lá. O índice de rejeição mais complicado hoje para Dilma está no Congresso, entre os “muy amigos”. A palavra mais usada é “rebelião”.

Enquanto engravatados se digladiam por interesses e ministérios – antes das férias regiamente pagas de verão –, sugiro que Lula e Dilma continuem com as excursões ao Brasil profundo ou acompanhem e leiam reportagens que denunciam a crueldade com o nordestino, do parto à morte. Já existe um muro da vergonha que separa Sudeste, Centro-Oeste e Sul de Nordeste e Norte. Esse muro não foi derrubado por um governo que, em mais de uma década, cumpriu muito menos que prometeu, a ponto de encarar 51 milhões de votos contra a permanência do PT no Poder.
Não há, no Brasil, 51 milhões de ricos, direitistas da elite ou remediados. Essa massa está insatisfeita e não tem tempo ou interesse de se reunir em “conselhos” e ajudar o governo ou ONGs a tomar as decisões necessárias para colocar o país nos eixos. Dilma e Lula sabem muito bem do que o Brasil precisa. Especialmente Norte e Nordeste, que continuam com indicadores sociais africanos, enquanto obras superfaturadas – como a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e tantas outras – consomem e desviam bilhões de verba pública. Até a mandioca é fonte de propina, não de proteína. Obras de interesse público são interrompidas por irregularidades e ineficiência.

Lá em cima do Brasil, o buraco é muito mais embaixo. Especialmente nos dois lanternas dos indicadores sociais: Maranhão e Alagoas. Quase 40% das crianças maranhenses entre 8 e 9 anos não sabem ler nem escrever. Segundo o IBGE, o Maranhão tem o segundo maior índice de mortalidade infantil do Brasil, inferior apenas ao de Alagoas. De cada 1.000 nascidos no Maranhão, 29 não sobrevivem ao primeiro ano de vida. Em Alagoas, o IDH é igual ao do Gabão.

Esse é o preconceito que mata os nordestinos. Deve ser considerado crime.



Ruth de Aquino é colunista de ÉPOCA. 

Morre no Rio de Janeiro o filósofo marxista Leandro Konder

O estudioso sofria de Mal de Parkinson e faleceu em decorrência de complicações da doença
Brasil de Fato
Faleceu na tarde desta quarta-feira (12) no Rio de Janeiro, o filósofo marxista Leandro Konder.
Leandro nasceu em Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, no ano de 1936. Formado em Direito, exilou-se em 1972 depois de ser preso e torturado durante o regime militar, indo morar na Alemanha e na França. Regressou ao Brasil em 1978, quando se dedicou com afinco à difusão dos estudos do marxismo. Fez doutorado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1987.
O filósofo marxista Leandro Konder faleceu na tarde desta quarta-feira (12) no Rio de Janeiro
Em 2002 foi eleito o Intelectual do Ano pelo Fórum do RJ, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente, era professor do Departamento de Educação da PUC – Rio e do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF). Sofria de Mal de Parkinson e aos 78 anos faleceu em sua casa, decorrente de complicações da doença.
O filósofo deixa uma vasta produção como articulista de jornais, ensaísta e ficcionista. Entre suas obras estão os livros Os marxistas e a arte e História das ideias socialistas no Brasil, entre outros, da Editora Expressão Popular e a coordenação, junto com Michael Löwy, da coleção Marxismo e Literatura, da Boitempo Editorial.

Policial é assassinado durante troca de tiros em São Luís

Crime aconteceu durante um assalto, no bairro Vila Janaína.
Um dos assaltante foi baleado e também morreu.

Do G1 

Um policial civil foi assassinado com um tiro no peito, no fim da manhã sexta-feira (14), durante uma troca de tiros com dois bandidos, na Rua Cristiano de Oliveira, no bairro Vila Janaína, em São Luís.  O policial foi levado para o Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II, mas não resistiu e morreu.
Desidério Rodrigues Mendonça, de 41 anos, foi baleado e acabou indo a óbito.
Desidério Rodrigues Mendonça, de 41 anos, foi baleado e acabou indo a óbito.
Segundo informações, o tiroteio teria começado quando os assaltantes abordaram a filha do policial Desidério Rodrigues e tentaram praticar um assalto. Ao proteger a filha e evitar o crime, Desidério reagiu ao assalto e foi baleado no peito pelos bandidos.
Bandido levou seis tiros no peito 
Na troca de tiros, ainda, um dos bandidos também foi baleado pelo policial e morreu no local do crime. O outro assaltante conseguiu fugir e está sendo procurado pela polícia.
Fundo de Participação em prol da defesa?
Boatos generalizados, comentários de aliados e fontes ligadas ao Prefeito afirmam que ele estaria juntando uma ‘bolada’ para livrar-se do processo que pede sua cassação.
Por Fernando Atallaia
Direto da Redação
A imprensa maranhense vem tomando conhecimento daquele que seria um fato não muito inusitado em se tratando das velhas práticas de politicalha, corrupção e malversação do dinheiro público que operam no Maranhão.

No município de Raposa, bem no centro da Grande São Luís, aliados do prefeito Clodomir Oliveira, munícipes, populares e ainda a imprensa local vem denunciando que o prefeito da cidade estaria juntando dinheiro para livrar-se do processo que pede sua cassação no Judiciário maranhense.

O prefeito de Raposa Clodomir Oliveira: Fundo de Participação Municipal em prol da 'defesa'? 
A especulação em torno do que supostamente Oliveira estaria ‘articulando’ em prol de sua definitiva 'defesa' para manter-se como titular da Prefeitura, segundo apurou ANB Online, é voz corrente em Raposa.


No último dia 20 de outubro a cidade que, costumeiramente ganhava grande festa em comemoração a seu aniversário, passou sem festejar. Secretarias de Governo e funcionários públicos reclamam de atraso e falta de pagamento dos salários. 

O Fundo de Participação Municipal, por sua vez, não para de ser recebido. Fatos como estes despertaram atenção dos raposenses que hoje levantam suspeitas sobre a conduta de Clodomir Oliveira. 

Para onde estaria indo tanto dinheiro? Perguntam-se os munícipes. O processo do Prefeito no TJ está na fila de espera para entrar em pauta ainda este ano. 

Ricardo Murad fica inelegível e Teresa é cassada em Coroatá

O secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad, juntamente com sua esposa Teresa Murad, pegaram uma lapada da Justiça na noite desta quinta-feira (12).

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A juíza Josane Farias Braga, titular da Eleitoral da 8ª Zona, cassou o mandato da prefeita e vice-prefeito de Coroatá por abuso de poder político e econômico. A decisão cabe recurso.
CASAL 20 Ricardo e Teresa: ele, inelegível; ela, cassada

A mesma decisão atinge também Ricardo Jorge Murad. Ele foi condenado a 8 anos de perca dos direitos políticos devido o mesmo crime cometido pela sua esposa. O presidente da Câmara de Coroatá, César Trovão, assume no lugar de Teresa Murad.
Adicionar legenda
A coligação Coroatá Crescendo com Liberdade” representou a prefeita de Coroatá em virtude do uso da Secretaria de Saúde do Estado para beneficiar povoados com poços artesianos e interferir no pleito de 2012.
3 PERGUNTAS PARA O PROF. DR. SOFIANI LABIDI
Sofiani Labidi é Doutor em Inteligência Artificial pelo Instituto Francês de Pesquisa em Informática e Automação (INRIA), Mestre em Gestão e Modelagem de Conhecimento e Graduado em Ciência da Computação pela Universidade de Nice Sophia Antipolis na França. Ele é Professor-Visitante da Universidade de Lisboa, e Professor Permanente da Universidade Federal do Maranhão -UFMA, onde coordena o Laboratório de Sistemas Inteligentes -LSI, orienta inúmeros projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e formou mais de 70 mestres e doutores -um recorde no Maranhão nos últimos anos.
  
Labidi foi presidente do Simpósio Brasileiro de Inteligência Artificial SBIA -2004 e suas áreas de Pesquisa envolvem: Engenharia e Gestão do Conhecimento, Tecnologias Educacionais, Telessaúde, I-Business, além de Mapeamento e Gerenciamento de Processos de Negócio. 
O professor ocupou ao longo de sua trajetória vários cargos, tais como Coordenador do Núcleo de Educação a Distância do Polo da Saúde da UFMA, Pró-Reitor de Pesquisa da Universidade Virtual do Maranhão, Diretor-Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Maranhão (FAPEMA) por 4 anos, e Coordenador do Programa São Luís 400 Anos. 

 Atualmente, Sofiani Labidi é consultor do SEBRAE na área de Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, Presidente da Academia Maranhense de Ciências-AMC e Vice-presidente da Aliança Francesa.  Em 2006, Dr. Labidi, como é mais conhecido, recebeu o título de Cidadão Maranhense pela Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, e o Mérito Timbiras, maior comenda do Governo pelas relevantes contribuições à Ciência do Maranhão.Em agosto de 2012, ele recebeu também o título de cidadão ludovicense. 

Sofiani é pré-candidato à Reitoria da UFMA em maio de 2015 onde pretende empreender um projeto que, segundo ele, será de grande envergadura na área do Conhecimento no estado. Nessa entrevista à Agência de Notícias Baluarte, o especialista plural lança luz sobre aspectos relevantes do cenário da Ciência e Tecnologia do Maranhão; suas conjecturas; desafios e realidade. Aproveitem ao máximo e boa leitura. 

Por Fernando Atallaia
Editor-Chefe da Agência de Notícias Baluarte
atallaia.baluarte@hotmail.com 

Agência de Notícias Baluarte- Como presidente da Academia Maranhense de Ciências e ex-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e  Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão, como o Sr. vê a realidade da Ciência no estado, na época atual?
Sofiane Labidi- Apesar de alguns avanços observados na área, o Maranhão ainda não entrou no mapa da ciência do País. Temos poucos cientistas e poucos programas de pós-graduação stricto sensu e consequentemente produzimos pouca ciência e inovação (artigos científicos e patentes).  O Maranhão, com mais de 7 milhões de habitantes, ainda não atingiu o patamar dos 1000 doutores no estado; isto é, temos menos de um doutor para cada 7000 habitantes.  É a pior taxa de doutores do Brasil. Desses, menos da metade faz pesquisa, ou seja, faz ciência.  Além disso, a ciência produzida no Maranhão não é geradora de riqueza e está pouco contribuindo para o desenvolvimento local.  Nossas universidades estão mal colocadas no ranking regional e nacional.  Infelizmente, falta estrutura básica como laboratórios, centros de transferência de tecnologia, redes de pesquisa, incubadoras de empresas, parques tecnológicos, polos de software, etc.  O desafio é grande; mas temos hoje bastante recursos e há como reverter o quadro atual.
O Prof. Dr. Sofiani Labidi, da Universidade Federal do Maranhão e da Academia Maranhense de Ciências: ''O Maranhão é o único estado da Federação que não possui um Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação''. 
Agência de Notícias Baluarte- Porque o Maranhão ainda apresenta de forma tímida e com poucos avanços um Setor tão emblemático e estratégico ao desenvolvimento do estado?

Sofiane Labidi- Há muitas razões para isto.  No nosso estado, a área da Ciência e Inovação nunca foi tratada com seriedade e nunca foi vista como uma área prioritária.  Para você ter uma ideia, o Maranhão chegou a extinguir um órgão tão importante como a FAPEMA por mais e cinco anos, de 1998 a 2003.  Além disso, há uma lei que garante para a FAPEMA meio por cento da receita líquida do estado; no entanto, esta lei só começou a ser cumprida a partir de 2011.  Durante muitos anos, o orçamento da FAPEMA era tão irrisório ao ponto de ser o segundo pior orçamento de uma fundação de amparo à pesquisa no País; só éramos melhores que o Piauí.  O Maranhão é o único estado da federação que não possui um Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.  O Maranhão é o único estado do norte-nordeste que não possui um parque tecnológico, um polo de software, incubadoras de empresas, etc.  Isto é muito prejudicial para a Ciência do Maranhão e para o desenvolvimento de nosso estado.

Agência de Notícias Baluarte- Em sua opinião, quais os principais desafios a serem enfrentados pelo Governo na área da Ciência e Tecnologia nos próximos quatro anos?

Sofiane Labidi- Todos os países, estados, e municípios desenvolvidos, tiverem a felicidade de investir no Conhecimento como setor prioritário, e de integrar suas estratégias de desenvolvimento à ciência, tecnologia e inovação como área transversal a todos às demais áreas.  Precisamos urgentemente, após uma consultar à Academia Maranhense de Ciência -AMC, à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência –SBPC, às universidades, e a sociedade em geral, elaborar o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação. Este plano de ação deve priorizar a formação, atração, e fixação de Doutores buscando dobrar o quantitativo atual dos doutores pelo menos até 2018.  Precisamos investir na consolidação e expansão do sistema estadual de C&T implantando projetos estruturantes como as incubadoras de empresas, parques tecnológicos e os polos de conhecimento e transferência de tecnologia.  Precisamos apoiar cada vez mais nosso pesquisador e favorecer os intercâmbios com grandes centros de pesquisa no país e no mundo.  Precisamos, sobretudo, abrir nossas universidades para interagir com a sociedade: micro e pequenas empresas, indústria, e comunidade em geral buscando transformar o conhecimento gerado em riqueza e bem-estar social.  Além disso, precisamos focar em áreas estratégicas como, por exemplo, a biotecnologia, nanotecnologia e aeroespacial.  Creio também que precisamos apoiar projetos de popularização da ciência e de desenvolvimento social incentivando a elaboração e uso de tecnologias assertivas, etc. 



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