domingo, 3 de agosto de 2014

UMA CANDIDATA CONTRA A CORRUPÇÃO
Vereadora de Mata Roma no Maranhão e candidata a deputada federal, Fernanda Maria se fortalece na Grande São Luís com amplas possibilidades de vitória.


Por Fernando Atallaia

Direto da Redação


A combativa vereadora de Mata Roma Fernanda Maria (PSL) vem se destacando na Grande São Luís como uma das únicas candidatas à Câmara Federal a manter de forma constante presença na esfera do debate social durante a campanha. 


Fundadora do PSL naquela cidade, Fernanda que é também economista e odontóloga, foi responsável pela visibilidade da corrupção em Mata Roma em episódio que culminou na devassa realizada pela imprensa em nível nacional nas últimas semanas no município abandonado. Com especial atenção para a reportagem produzida pelo programa de TV 'Fantástico' que ganhou vasta repercussão nas redes sociais e País afora. 

A vereadora Fernanda Maria, candidata a deputada federal: enfrentamento à corrupção como bandeira de campanha
Atualmente, fazendo dobradinha com a deputada Graça Paz(que concorre à reeleição na AL)  na região metropolitana, a vereadora, segundo apurou ANB Online, segue ganhando importantes adesões ao seu projeto político-eleitoral, se aproximando, inclusive,  das viáveis e concretas possibilidades de vitória em outubro próximo. Uma prova de que o enfrentamento à corrupção ainda é a maior bandeira dos políticos que, de fato, querem representar o povo.

Santander se desculpa de novo! Agora, o banco já cruzou a linha do ridículo, o que me leva a lhe fazer uma pergunta 


Por Reinaldo Azevedo 

Quando teve início aquele escarcéu estúpido por causa da tal mensagem do Santander enviada a alguns correntistas — informando que os mercados reagiam negativamente à perspectiva de Dilma ser reeleita —, defendi aqui, basta procurar no arquivo, o direito que o banco tinha de emitir uma opinião. O resto da história vocês já conhecem. Lula pediu a cabeça da analista e puxou o saco do presidente mundial do banco, Emilio Botín, que prometeu demitir a responsável, o que acabou acontecendo. Antes disso, a instituição já havia tornado público um pedido de desculpas. Nesta quinta, os correntistas receberam uma segunda cartinha. Aí o Santander já se desculpava com os clientes.

Assim como não vi nada demais na primeira carta, lastimo todo o resto da história, incluindo a demissão. O Santander, com a devida vênia, comportou-se de modo patético nessa história. Por mais que esse setor seja bastante dependente dos humores dos poderosos de turno — e é —, há um limite para o ridículo que me parece ter sido ultrapassado com impressionante desassombro.

Dado o barulho que fez o PT, até compreendo que o banco pudesse emitir uma nota pública informando que não se mete em política partidária. Poderia até afirmar que a opinião da analista — ou de um departamento — não refletia o que pensava a instituição etc. Em suma, havia várias maneiras de amenizar eventuais desconfortos. Mas o que se vê é um espetáculo um tanto grotesco de sabujice. Dá a entender, talvez injustamente, que o banco mantém uma relação de dependência com o poder que não é conhecida pelo conjunto da sociedade.
Esse episódio, acreditem, fez muito mal à cultura da liberdade de política e do livre exercício da opinião. Um texto que era público — afinal, enviado a muitos correntistas — mereceu o tratamento de alguma peça conspiratória, como se pessoas mal-intencionadas atuassem nas sombras para desestabilizar a presidente Dilma.

Quer dizer que o analista de um banco está proibido de informar a seus clientes que, deixem-me ver, comprar ações de empresas públicas num eventual cenário de reeleição de Dilma é um mau negócio? E é mau negócio por quê? Não porque o tal analista não goste do PT. Mas porque ele tem a obrigação de alertar que é próprio da cultura petista usar essas empresas para fazer política, pouco se importando com a economicidade de determinadas escolhas. É o que acontece com a Petrobras, por exemplo. É o que acontece com o setor elétrico.

O comportamento da imprensa brasileira, diga-se, ressalvadas as exceções de sempre, é também lamentável. Mais uma vez, reage de maneira pífia a uma clara agressão ao debate livre de ideias.

Bem, agora falta o quê? Mais um pouco, a direção do Santander vai se chicotear de joelhos na rampa do Palácio do Planalto. Uma pergunta: se eu decidir botar meu dinheiro no Santander, devo confiar no que me disser o analista financeiro ou me cabe intuir que sua opinião passou antes pelo Departamento de Censura Diretório Nacional do PT?


Reinaldo Azevedo é colunista de Veja. 
O buraco nas contas da Santa Casa

Jornal GGN - O maior hospital filantrópico da América Latina, Santa Casa Misericórdia de São Paulo virou assunto de desentendimento entre o governo federal e o estadual. E, até agora, a Secretaria do Estado de São Paulo não prestou esclarecimentos ao Ministério da Saúde.
Na semana passada, o pronto socorro da Santa Casa ficou fechado por 30 horas, devido a uma dívida com fornecedores de R$ 50 milhões. A unidade que é o maior hospital filantrópico da América Latina contabiliza um déficit atual de R$ 400 milhões nas contas, sendo a maior parte de empréstimos bancários. O caso gerou embate na esfera política entre as pastas da Saúde.
David Uip( à esquerda) tenta explicar desvios de milhões da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo: dinheiro público escoado pelo rodo da corrupção num país de gestores ladrões
Depois da paralisação do PS na unidade, o secretário estadual de Saúde, David Uip, disse que a gestão da unidade era responsabilidade federal.
 
Assim, o Ministério da Saúde resolveu analisar as contas de repasse e constatou que o estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual da Saúde, não transferiu R$ 74 milhões destinados à Santa Casa. "Que o recurso [da pasta] saiu, saiu. Que chegou a São Paulo, chegou a São Paulo. Que ele não chegou integralmente na Santa Casa, não chegou", afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

David Uip rebateu. Disse que o Ministério contabilizou duas vezes um valor de incentivos não mais existentes. Tratam-se do FIDEPS, financiamento de ensino e pesquisa, e a expansão da oferta, um incentivo ampliado, em 2011, para sanar dificuldades financeiras da Santa Casa e aumentar atendimentos. De acordo com o secretário, esses recursos foram incorporados a outros repasses, que são os valores de produção, ou seja, o total de procedimentos realizados no hospital.

O secretário contornou a responsabilidade e disse que, uma vez que o recurso foi contabilizado pelo Ministério da Saúde, cobrará o recebimento desse valor que, de acordo com ele, não foi repassado à pasta estadual. Além disso, cobrou a abertura de uma auditoria para analisar as contas da Santa Casa de São Paulo.

O Ministério da Saúde comemorou a iniciativa e já indicou um dos seus técnicos como representante da auditoria, que ainda não tem data marcada.

E em contrapartida informou, em nota, que “os valores do FIDEPS ficam como memória de cálculo e devem ser alocados como incentivos de custeio e, não, vinculados à produção. O recurso, portanto, é um repasse a mais em relação à tabela SUS”. A pasta também lembrou que, mesmo se a ampliação da oferta fosse incorporada aos valores de produção, o aumento do repasse deveria ser constatado nas contas, “o que não se verifica”.

Chioro respondeu, mais uma vez, à afirmação de David Uip: "eu não estou inventando, nós estamos comparando as portarias que o Ministério da Saúde autorizou o pagamento com os dados enviados pela secretaria estadual e com a confirmação feita pela Santa Casa".
Na última terça-feira (29), o ministro contou que havia solicitado à secretaria estadual de São Paulo informações sobre as contas da Santa Casa e disse: "pode ser que o Estado tenha explicações, é preciso entender a situação sem elevar o tom e ser desrespeitoso". 

"Objetivamente, nós mandamos R$ 25,3 milhões por mês, para que o Estado pague a Santa Casa. E a própria Santa Casa confirma que, do recurso federal, só tem recebido R$ 21,5 milhões", defendeu Arthur Chioro.
Até agora, a pasta estadual não respondeu.
No documento enviado por Fausto Pereira dos Santos, o ex-secretário executivo e secretário de Atenção à Saúde do Ministério faz um questionamento ao Secretário de Estado da Saúde de São Paulo sobre a "divergência dos valores informados".

"Visando dar transparência dos recursos transferidos à Santa Casa, informo que no exercício de 2013 este Ministério identificou recursos financeiros de fonte federal no montante de R$ 293.954.752,20, e no exercício de 2014, no período de janeiro a maio, o valor de R$ 127.334.471,24. Estes valores se referem aos incentivos financeiros e produção do estabelecimento, conforme planilha anexa", expõe Fausto Pereira.

O secretário dá continuidade às informações: "conforme dados informados por essa Secretaria [estadual], verificou-se que no exercício de 2013 foram transferidos recursos financeiros à Santa Casa no montante de R$ 414.238.822,84, sendo R$ 176.973.809 de fonte estadual e R$ 237.265.013,84 de fonte federal. No exercício de 2014, até a competência maio, foram transferidos recursos no montante de R$ 173.415.534,25, sendo R$ 67.653.600 de fonte estadual e R$ 105.761.934,25 de fonte federal".

Por fim, ele compara ao montante verificado pela unidade hospitalar: "em conformidade com os dados enviados pela Santa Casa, no exercício de 2013, esta informa que recebeu recursos de fonte federal desse estado, no montante de R$ 241.360.565,83 e em 2014 recebeu o valor de R$ 106.076.077,80, da mesma fonte até a competência maio".
Os dados relatados pelo secretário de Atenção à Saúde do Ministério podem ser conferidos nas tabelas, a seguir:
Tabela de custos do Ministério da Saúde
Quantias milionárias foram desviadas

Tabela de custos da Secretaria Estadual de Saúde
Em quais bolsos foram parar os milhões da Santa Casa?
 ECONOMÉTRICA: FLÁVIO DINO (50,6%) X LOBÃO FILHO (31%)
Blog do Hugo Freitas  
Se as eleições para governador ocorressem hoje, o pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) teria 50,6% e Lobão Filho (PMDB) 31%, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econométrica, que aferiu a preferência do eleitorado maranhense, por encomenda do jornal "O Imparcial".



A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 31 de julho de 2014 em 57 municípios, ouvindo 1005 eleitores. Os números estão registrados no TSE sob o protocolo MA-00029/2014 desde 28/07/2014 e BR-00283/2014 desde 28/07/2014. A margem de erro é de 3,1% com um intervalo de confiança de 95%.



De acordo com o questionário apresentado pela Econométrica, no cenário espontâneo Flávio Dino aparece com 33,8%, Lobão Filho 21%, Eliziane Gama (PPS) 0,3%, João Castelo (PSDB) 0,2%, candidato de Roseana 0,2%, Roseana 0,2%, e Luís Fernando (PMDB), Edivaldo Júnior (PTC), João Alberto (PMDB), Marcos Silva (PSTU), Josué Pinheiro (PSDC), Edison Lobão (PMDB), Roberto Rocha (PSB) e outros, apareceram com 0,1%. Nulos representam 4,6% e não sabem 38,8%, totalizando assim 100%.
Pesquisa da Econométrica mostra Lobão Filho chegando perto do Palácio dos Leões
No cenário estimulado, que coloca os candidatos ao governo, os números aparecem da seguinte forma: Flávio Dino com 50,6%, Lobão Filho 31%, Professor Josivaldo (PCB) 2,4%, Antônio Pedrosa 0,5%, Zé Luís Lago 0,3%, Saulo Arcangeli não pontuou. Nulo 5,4% e não sabem 9,8%, totalizando assim 100%.

Quando perguntado em quem o eleitor não votaria para governador, Lobão Filho possui 39,1%, Flávio Dino 21,7%, Antônio Pedrosa 6,3%, Professor Josivaldo 3,7%, Zé Luís Lago 3,7% e Saulo Arcangeli 2,9%. Não sabem ou não responderam 22,7%, somando desta forma 100%.

Evolução

Comparando os números divulgados no dia 26 de junho com os de agora, é possível fazer as seguintes comparações: Flávio Dino caiu de 50,2% para 50,6%; Lobão Filho subiu de 29,1% para 31%; Professor Josivaldo, que não foi incluído na pesquisa anterior, agora apareceu com 2,4%; Antônio Pedrosa tinha 1,4% e agora 0,5%; Zé Luís Lago passou de 1,1% para 0,3% e Saulo Arcangeli possuía 0,9%, agora não pontuou. Nulo era 4,4% e agora 5,4%. Não sabem era 12,9% e agora caiu para 9,8%.

Com informações de O Imparcial.
CITAÇÕES DO DIA 

"Tenho a impressão de que certas pessoas, se soubessem exactamente o que são e o que valem na verdade, endoideciam. De que, se no intervalo da embófia e da importância pudessem descer ao fundo do poço e ver a pobreza franciscana que lá vai, pediam a Deus que as metesse pela terra dentro."

"Sobretudo, não desesperar. Não cair no ódio, nem na renúncia. Ser homem no meio de carneiros, ter lógica no meio de sofismas, amar o povo no meio da retórica."

"O que é pena é que neste areal da vida, onde cada um segue o seu caminho, não haja nem tolerância nem humildade para respeitar o norte que o vizinho escolheu." 

 "Em termos absolutos, o homem é um valor imponderável, inteiro e perfeito como um dogma. Mas em termos relativos, sociais, o homem é o que vale para os seus semelhantes. E é na contradição de medida que vai de próximo a próximo que consiste o drama de ninguém conseguir ser ao mesmo tempo amado em Tebas e Atenas."

 "—Mas porque não deixa você de escrever durante uma temporada, para descansar? — perguntava-me hoje alguém. — Porque era a mesma coisa que um crente deixar de rezar um mês ou dois, por higiene."

 "Nas duas grandes horas da Vida — a nascer e a morrer — o homem bebe sózinho o seu cálix. No trajecto entre os dois pólos, acobardado pela maior consciência da espessura da bruma, arregimenta amigos e companheiros. Mas a sua unidade é ele. Mesmo que consiga ter à volta a maior multidão — vai só."

 "O mal de quem apaga as estrelas é não se lembrar de que não é com candeias que se ilumina a vida."


Miguel Torga 
Itapecuru reforça a campanha de Zé Inácio
Em campanha itinerante pelos diversos municípios maranhenses, o candidato a deputado estadual, Zé Inácio,  esteve também em Itapecuru.

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Zé Inácio em reunião no município de Itapecuru: reconhecimento
Para o candidato,é importante a criação de um núcleo para apoiar a sua candidatura na região, visto que Itapecuru é uma cidade com grande potencial para elegê-lo. Durante esta visita, foi realizada uma reunião que contou com a presença de representantes de movimentos sociais locais, como mototaxistas, agitadores culturais e presidentes de associações. Na ocasião, Zé Inácio e as lideranças presentes compartilharam  ideias e projetos de interesse de toda população do município. 

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Zé Inácio levou a Itapecuru propostas de atuação
A proposta de manutenção do dialogo com as comunidades, buscando evidenciar esse canal de comunicação para melhor corresponder aos anseios populares, é uma das principais linhas de campanha do candidato.
  CASTELO LANÇA CANDIDATURA SEM SEQUER CITAR CANDIDATO A GOVERNADOR 
JM Cunha Santos
Principal liderança do PSDB no Estado, o ex-prefeito João Castelo lançou, ontem(02), no auditório do Hotel Luzeiros, a candidatura a deputado federal em evento no qual foi lançada também a candidatura de Gardênia Castelo a deputado estadual. A festa foi bonita e muito concorrida com as presenças de lideranças da capital e do interior do Estado. Mas deixou a impressão de que, pelo menos nominalmente, Castelo e Gardênia estão fora da coligação de Flávio Dino.
Castelo: indisposição com Flávio Dino
Nenhum dos oradores fez qualquer referência ao candidato do PC do B ao governo do Estado, não se viu sinal sequer de qualquer material de campanha de Flávio Dino, nem se notou a presença de nenhum dos coordenadores da coligação “Maranhão para Todos”. Nem mesmo o candidato a vice-governador, deputado Carlos Brandão, que é do PSDB, se fez presente. A festa da social democracia maranhense destacou apenas a candidatura do presidenciável Aécio Neves.
Compra do PanAmericano pela Caixa Econômica será investigada pelo Ministério Público


Caixa, autorizada pelo Banco Central comprou um terço do Banco PanAmericano por R$ 740 milhões

 Jornal do Brasil

Uma fiscalização foi solicitada na última quinta-feira (31) pelo Ministério Público (MP) junto Tribunal de contas da União (TCU) sobre a compra de uma parte do Banco PanAmericano pela Caixa Econômica  Federal. De acordo com o MP, a compra por cerca de R$740 milhões de uma instituição falida por um banco público traria apenas prejuízos para a Caixa, e por consequência, para a sociedade brasileira como um todo.

O período que será investigado compreende o período de 2009 e 2010, quando o Banco Central autorizou a compra, alguns meses antes de o Banco PanAmericano ruir por conta de fraudes financeiras. O patrimônio do banco fundado por Silvio Santos e controlado a partir de 2011 pelo BTG Pactual teria sofrido um prejuízo de R$ 4,3 milhões.


Nas negociações, a Caixa Econômica Federal, através da Caixa Participações S.A. (Caixapar), adquiriu mais de um terço do capital total do PanAmericano. Através da compra de ações, a Caixapar teria passado a ter o controle de 35,54% do capital total do banco.

De acordo com uma matéria da revista Exame desta sexta-feira, uma representação foi enviada ao ministro do TCU José Múcio Monteiro pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira, alegando que o Banco Central teria autorizado uma transação ilegal por meio de uma de suas subsidiárias - a Caixa Econômica Federal.

Para o procurador, o Banco Central deveria ter dado início a uma investigação ainda em dezembro de 2009, quanto o contrato foi estabelecido, por conta de ser uma negociação atípica e envolvendo cifras bastante elevadas.

Segundo o MP, é de responsabilidade do TCU analisar a atuação do Banco Central em ter autorizado a transação, solicitando um esclarecimento ainda pelo motivo de o Banco Central não ter nomeado dirigentes para o Panamericano - procedimento adotado em 2013 com o Banco Cruzeiro do Sul, depois de ser constatado o descumprimento de regras do sistema financeiro. 

A alegação do Banco Central seria ainda a de que as fraudes no PanAmericano só foram detectadas em outubro de 2010, após a compra pela Caixa, mas o MP defende que não é possível garantir a veracidade da informação sem que exista uma investigação aprofundada. De acordo com o MP, a fiscalização sobre possíveis irregularidades no banco de Sílvio Santos já estava em andamento no Banco Central no momento em que a compra foi analisada e autorizada.
Prefeitura de Paço do Lumiar lança programas em parceria com o Instituto Ayrton Senna

A Prefeitura Municipal de Paço do Lumiar por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) realizou, na quinta-feira, 31 de julho, na UEB Paranã, o lançamento dos programas de correção de fluxo “Se liga” e “Acelera Brasil” em parceria com o Instituto Ayrton Senna.

Os Programas do Instituto Ayrton Senna são soluções educacionais que ajudam a combater os principais problemas da educação pública do país. Implementados em grande escala, com estratégias e metas pré-definidas, os programas oferecem o acompanhamento e avaliações sistemáticas com vistas ao desenvolvimento das competências pessoais, cognitivas, relacionais e produtivas do aluno, na perspectiva do seu sucesso escolar.

Adesão objetiva combater o analfabetismo, diminuir a evasão escolar e retorno dos alunos à rede regular com a correção idade-série
Programas objetivam combater o analfabetismo, diminuir a evasão escolar e possibilitar o retorno dos alunos à rede regular com a correção idade-série
“Essa parceria contribuirá ainda mais para o processo de Formação Continuada da SEMED, que promove regularmente encontros entre os gestores inclusos no programa, fortalecendo desta forma, ações de gestão no âmbito da política educacional da rede”, ressaltou a coordenadora municipal do programa, Silvania Alencar.

Metas

Com a adesão do Município de Paço do Lumiar aos programas de Correção de fluxo “Se liga” e “Acelera”, a SEMED objetiva combater o analfabetismo, diminuir a evasão escolar nos primeiros anos do Ensino Fundamental e oportunizar aos alunos o retorno à rede regular com a correção idade-série.

Na ocasião, alunos, educadores, pais e responsáveis de alunos assistiram a uma breve apresentação do programa, com depoimentos de alunos e educadores participantes. O senhor Jorge Cantanhede, pai de aluno, louvou a iniciativa da gestão municipal . “Eu não conhecia o projeto, mas confesso que fiquei muito feliz em ter algo tão grandioso na educação de Paço do Lumiar”.

Adesão – Participarão dos Programas, 203 estudantes, de 08 escolas da Rede Municipal: UEB Conjunto Paranã, UEB Liberalino de Jesus Pereira, UEB Nova Canaã, UEB Vila São José, UEB Mickey Mouse, UI Poeta Gonçalves Dias – CAIC, UEB O Bom Aluno e UEB Governador Luís Rocha.

Os professores e gestores das escolas envolvidas participarão de capacitações sobre a metodologia adotada, com ênfase leitura e utilização de materiais didáticos específicos que facilitarão e qualificarão a aprendizagem.

Os Programas também contarão com o apoio das famílias, que serão mobilizadas a participarem da formação das crianças. Assim, com essa estratégia do esforço coletivo, a Secretaria Municipal de Educação ratifica seu compromisso com a aprendizagem, tendo como objetivo maior o sucesso escolar dos estudantes.

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