segunda-feira, 31 de março de 2014

Fotógrafo é acusado de atacar prostitutas em Goiás

Ele foi preso em flagrante após cortar o pescoço de uma garota de programa em um quarto de motel
 
O Estado de São Paulo 

O fotógrafo da prefeitura de Senador Canedo, situada na Região Metropolitana de Goiânia, Leandro Alves, de 25 anos, foi preso neste domingo, 30, em flagrante, após cortar o pescoço de uma garota de programa. Ele estaria drogado em um motel de Aparecida de Goiânia, também na Região Metropolitana, e teria cortado o pescoço da prostituta com um caco de garrafa.

A vítima, uma mulher de 38 anos, disse que foi agredida porque se recusou a manter relações sexuais sem preservativo e também por que não quis consumir cocaína com o cliente, que ainda fazia uso de álcool junto com a droga. A mulher sofreu um corte profundo no pescoço.

Prostituta no Bois de Boulogne, em Paris. Lei vai penalizar quem parar para solicitar serviço
O fotógrafo Leandro não é muito chegado a essa paisagem
A garota de programa foi socorrida por um amigo do próprio fotógrafo que estava em outro quarto do motel com outra prostituta. Os gritos teriam chamado a atenção e o amigo socorreu a mulher. Levada para um hospital, ela precisou de sutura no ferimento e não corre risco de morte. Leandro foi preso em flagrante.

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Senador Canedo informou, nesta segunda-feira, 31, que o servidor seria exonerado ainda hoje do cargo. A prisão dele foi tratada com surpresa pelos colegas de trabalho, que alegaram uma convivência sem indícios da dependência de drogas ou de agressividade.

Estupro. Após a prisão do fotógrafo, a Polícia Civil foi procurada por outra garota de programa que reconheceu Leandro como autor também de um estupro quando ela se recusou a manter relações sem camisinha. Ela foi ouvida pelo delegado José Lindenor Chaves.

O suspeito vai responder pelo crime de tentativa de homicídio e estupro. A reportagem não conseguiu falar com o advogado dele, que não retornou ao recado gravado no celular.

Modalidade de crime se alastra pelo município


Por Fernando Atallaia

Direto da Redação


Dois bandidos pilotando uma moto assaltaram na tarde de hoje (31) dois estudantes na Rua Principal do bairro Tijupá Queimado em São José de Ribamar. 

Prefeito Gil Cutrim
O prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim: a criminalidade e a violência tomam conta da cidade e ele,  até hoje, nem um ofício sequer enviou à Secretaria de Segurança
A modalidade de crime está se popularizando no município. De motocicletas e armados em passeio pelas comunidades da cidade, os criminosos trafegam livremente por ruas e avenidas cometendo assaltos e também  assassinatos. 



Nos últimos meses, várias ocorrências foram registradas nesse formato. A população de São José de Ribamar segue assustada e cobra dos poderes públicos uma resposta ao problema. 


Mas tanto o Executivo Municipal como o Governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública,  nada fizeram até agora para inibir a ação dos bandidos.






A estudante Dhalia Ferreira foi assassinada por esquartejamento. A Agência Baluarte obteve informação que dá conta de que mais pessoas estariam envolvidas no crime



Por Fernando Atallaia

Direto da Redação



As suspeitas de que o assassinato da estudante de jornalismo Dhalia Ferreira teria sido cometido por um único sujeito ativo da ação e que, provavelmente, aí se encerrariam as conclusões do fato, foram descartadas por peritos criminais que estiveram no apartamento onde foi encontrado o corpo da jornalista.



Segundo informou à Agência Baluarte uma perita criminal que preferiu não ser identificada para não atrapalhar nas investigações, o namorado da estudante não teria cometido o crime sozinho havendo a possibilidade concreta de mais pessoas (cúmplices) estarem envolvidas no caso.

Dhalia Ferreira: peritos afirmam que mais pessoas podem está envolvidas no crime
 As informações repassadas ao Blog dão conta também de que Dhalia não teria sido morta no apartamento e que o trabalho de execução foi feito de forma minuciosa, sendo que o esquartejamento da moça se deu em partes do corpo de forma ‘’estratégica e profissional’’. ‘’Ela foi esquartejada em partes do corpo que mostram claramente se tratar de alguém que conhece do corpo humano ou pelo menos estudou antes de cometer o crime como faria’’, disse a perita.


O assassino diante da riqueza de detalhes que revelou os cortes no corpo da estudante, segundo a perícia, teria que dispor de espaço e tempo para empreender a ação criminosa com certa ‘’tranquilidade’’. ‘’Não restam dúvidas que há a possibilidade real de uma terceira ou mais pessoas terem fornecido logística a ele, os indícios apontam para participação de mais pessoas no crime’’, afirmou uma perita criminal.

Sete jovens assassinados no fim de semana em São Luís

Sete jovens foram assassinados, neste fim de semana, em São Luís. Dois deles – Alberte Galvão Lima e Itamar Cantanhede Machado – foram mortos a tiros, sexta-feira à noite, no bairro Vila Isabel Cafeteira. Uma outra vítima foi Dyego Fagner dos Santos Viana, de 26 anos, morto a tiros por homens não identificados, na Cidade Olímpica, durante a madrugada deste domingo (30).

03 Wellington Silva vitima de tiro_foto Gferreira (32)
Wellington Silva Barros, de 25 anos, foi morto a tiros no Araçagi
 Augusto César Santana Pereira, de 28 anos, foi morto a golpes de faca, no bairro João de Deus, na noite de sábado (29), por volta das 23h38. Ele ainda foi encaminhado ao Hospital Clementino Moura (Socorrão II), na área da Cidade Operária, mas não resistiu.

aluisio
O Secretário de Segurança do Estado, Aluísio Mendes: número de assassinatos na Grande São Luís só cresce e ele tranquilo, tranquilo
Quem também estava internado no Socorrão II, mas morreu na manhã de ontem, era Alan de Sousa Muniz. A mãe da vítima, Lucimar de Sousa, disse que o filho foi assaltado na noite de quinta-feira (27), no Conjunto Paranã, quando foi atingindo com um tiro. As outras vítimas foram identificadas como Diego dos Santos de Menezes, de 22 anos, morador do Coroado, e Wellington Silva Barros, de 25 anos, do Araçagi.

Estado brasileiro é criticado na OEA por ainda usar lei de exceção da Ditadura Militar

Por Justiça Global


Na semana em que o Brasil lembra os 50 anos do golpe de 1964, o Estado brasileiro foi questionado publicamente, nessa sexta-feira (28), na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), sobre o uso de uma lei que marcou a Ditadura Militar e que, hoje, vem atropelando os direitos constitucionais, em especial de populações indígenas e tradicionais e os relativos ao meio ambiente para defender grandes interesses econômicos.

Instados pelo governo e grandes empresas, presidentes de tribunais vêm lançando mão da chamada “suspensão de segurança”, pela qual podem suspender unilateralmente decisões de instâncias inferiores diante de um suposto risco de “ocorrência de grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas”. Em resumo, esse instrumento permite cassar decisões que esses presidentes julguem impertinentes, mesmo que elas não façam mais do que aplicar a lei em vigor no país. A suspensão de segurança foi usada, por exemplo, contra os direitos de comunidades afetadas pelas hidrelétricas de Belo Monte (PA) e do Teles Pires (MT) e pela estrada de ferro de Carajás (PA/MA).

Reprodução
Estado brasileiro foi questionado sobre o uso de uma lei que marcou a Ditadura Militar e que, hoje, vem atropelando os direitos constitucionais, em especial de populações indígenas
O líder indígena Josias Munduruku (MT), Alaíde Silva, morador de Buriticupu (MA), município atravessado pela estrada de ferro de Carajás, e a juíza federal Célia Bernardes, da Associação Juízes pela Democracia, são alguns dos membros de organizações não governamentais e vítimas diretas da suspensão de segurança que estiveram na comissão para denunciar esse instrumento como um entulho autoritário e uma ameaça ao Estado de Direito no Brasil.

O pedido de audiência na OEA foi feito pela Justiça Global, Justiça nos Trilhos, Associação Interamericana para a Defesa do Meio Ambiente (AIDA), International Rivers, Terra de Direitos e Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos.
“Sofremos com as consequências das barragens que estão sendo construídas em cinco de nossos rios”, lembrou Josias Munduruku. “O Ministério Publico Federal apresentou uma ação na Justiça para parar as obras no Tapajós, mas o governo derruba tudo, usando a Suspensão de Segurança. As obras continuam. O governo não fez consulta previa aos índios”, completou.

“Tudo isso está acontecendo com a ausência do Estado e de seus órgãos públicos, que concedem licenças sem respeitar as comunidades”, disse Alaíde Silva.

“Com seus critérios amplos e subjetivos, a Suspensão de Segurança viola a Convenção Americana de Direitos Humanos e acaba com qualquer possibilidade de efetividade das medidas judiciais adequadas para a salvaguarda dos direitos humanos no sistema jurídico brasileiro”, analisou, durante a audiência, Alexandre Sampaio, da Associação Interamericana de Defesa Ambiental (Aida). “A Suspensão de Segurança está em frontal violação dos direitos ao devido processo legal e acesso à justiça, em desacordo com os artigos 8 e 25 da Convenção Americana”, concluiu.

“A suspensão de segurança é uma grave permanência da Ditadura militar e impede que o Judiciário aja de forma independente e imparcial”, critica Eduardo Baker, advogado da Justiça Global. “Quando se trata de megaprojetos de desenvolvimento que estão diretamente ligados à política estatal de crescimento econômico, o sistema judicial brasileiro tem sido utilizado de maneira a não garantir, ou mesmo desconsiderar, os direitos das populações afetadas” acrescenta.

Saiba mais sobre a Suspensão de Segurança

A Suspensão de Segurança foi criada no primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e depois reformulada e ampliada na ditadura militar (1964-1985). Entre seus usos mais notórios hoje, está a suspensão de decisões dos tribunais sobre a ilegalidade de grandes empreendimentos, como hidrelétricas, rodovias e portos. Ela foi usada também no caso do complexo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), contra os quilombolas da Restinga de Marambaia (RJ) e de Alcântara (MA) e na hidrelétrica de Barra Grande (SC).

Artigos da Constituição e tratados internacionais referendados pelo País têm sido descumpridos pelo uso desse instrumento. Um dos mais importantes deles é a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com ela, qualquer medida administrativa ou empreendimento que afete territórios indígenas e tradicionais exige a consulta prévia, livre e informada às comunidades atingidas.
Quatro mortes foram registradas na Região Metropolitana durante o fim de semana

Quatro mortes foram registradas na Grande Ilha, entre o sábado e domingo, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Um homicídio com arma de fogo registrado em São José de Ribamar, bairro Araçagy, por volta das 7h40, vitimou Wellington Silva Barros, 25 anos. Segundo o boletim da SSP, a vítima foi encontrada em uma estrada vicinal próximo da praia do Joelho de Porco, com as mãos amarradas e já sem os sinais vitais, com várias lesões pelo corpo, provocadas por disparos de arma de fogo, conforme analisado pela perícia. A motivação e o autor não são conhecidos.

Secretário de Segurança do Estado, Aluísio Mendes: sem respostas para a criminalidade
Em São Luís, no bairro Coroado, às 18h, um homem conhecido como ‘Joca’ é suspeito de matar Diego dos Santos de Menezes, 22 anos, cuja motivação é desconhecida pela polícia. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo, em via pública, pelo suspeito, chegando a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu. Um home ainda não identificado pela polícia matou, com arma branca, Augusto Cesar Santana Pereira, 28 anos, no bairro João de Deus, às 23h30, ainda no sábado. O motivo é desconhecido. Por volta da madrugada de ontem, um desconhecido vitimou com arma de fogo Dyego Fagner dos Santos, 26 anos. O jovem foi atingido em via pública, na Cidade Olímpica e faleceu no local, segundo boletim da SSP.

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