quinta-feira, 27 de março de 2014
Mais detalhes do assassinato da jornalista Dhalia Ferreira e do suicídio do marido dela, Raphael Carvalho 
Blog do Gilberto Lima

Somente por volta de 15h os peritos do ICRIM concluíram os trabalhos no apartamento onde foi encontrado o corpo de Raphael Carvalho Machado, que recorreu ao suicídio por enforcamento, depois que vizinhos descobriram o corpo da esposa dele, a jornalista Dhália Ferreira, esquartejado e jogado dentro de um saco em uma lixeira dos fundos do condomínio em quem moravam, na Rua do Livramento, na Forquilha.

Dhalia foi esquartejada
Dhalia Ferreira estava desaparecida desde domingo, quando teria saído de casa, às 7h da manhã, com destino à praia. A partir daí, não deu mais notícias. Familiares e amigos deflagraram uma campanha nas redes sociais para tentar localizar a jovem. O próprio marido, Raphael, fez apelos pelas redes sociais e participou das buscas à jovem.

No entanto, por volta de 9h da manhã desta quinta-feira(27), moradores do condomínio sentiram um odor forte vindo de um corredor nos fundos, onde é colocado o lixo. Pelas informações, o portão nunca ficou trancado no cadeado, mas, no domingo(23), Raphael resolveu trancá-lo. Incomodados com o mal cheiro, moradores foram ao apartamento de Raphel pedir a chave do cadeado. Depois de entregar as chaves, Raphael se trancou no apartamento e recorreu ao suicídio, pois sabia que o achado do cadáver de Dahlia iria incriminá-lo.
Raphael Carvalho se suicidou
Amigos e vizinhos disseram que estavam surpresos, pois o casal tinha um relacionamento muito bom e que, aparentemente, Raphael não teria motivos para assassinar a esposa. 

“Era amiga do casal desde que chegaram aqui. Dhalia tinha toda a liberdade, de sair sozinha, sem ser incomodada pelo marido. Ele também tinha muita liberdade. Ele não tinha motivos para cometer esse crime. Agora mesmo, ele ajudou a confeccionar cartazes para uma manifestação. Estou chocada. Em momento algum, depois que ela desapareceu ele demonstrou alguma coisa que fizesse com que se levantasse alguma suspeita dele”, disse uma amiga de Dhalia identificada como Gardênia.
 
Técnicos do Icrim recolhendo restos de Dhália
Parentes e amigos em total comoção no apartamento da estudante
Há suspeitas que, depois de matar a jovem, Raphael tenha retirado as vísceras e jogado fora em outro local. Suspeita-se que tenham sido as vísceras encontradas em um saco plástico jogadas em uma praia de São Luís.
 
Dhalia Ferreira era responsável pelo gerenciamento da empresa do pai, a MS Souza, localizada abaixo dos apartamentos do condomínio em que morava. Raphael Carvalho, pelas informações de amigos, trabalhava em uma lanchonete da mãe dele, no Maiobão.
 
Pai e filha ainda juntos: triste final
O achado do corpo de Dhália Ferreira, seguido do suicídio de Raphael, chamou a atenção de dezenas de moradores da Forquilha/Cohab que se aglomeraram na Rua do Livramento, nas proximidades do condomínio, para acompanhar os trabalho de remoção dos corpos.
 
Vizinhos e populares acompanham o trabalho das equipes técnicas da polícia 
A rua onde o corpo foi encontrado foi tomada de pessoas conhecidas da vítima e curiosos
Lamentavelmente, o pai de Dahlia recebeu a informação do assassinato da filha no momento em que estava velando o corpo da mãe dele, em Itapecuru-Mirim.
 
 
 
 
 
Com informações da Agência Baluarte. 
 

Fazendo sucesso eleitoral em Santa Luzia 
  
Por Fernando Atallaia
Direto da Redação 

O corretor de imóveis e funcionário do transporte público alternativo de Santa Luzia, cidade localizada a 294 km da capital maranhense, George Soares Ferreira, conhecido naquele município como ‘’Chameguinho do Maranhão’’ virou atração entre os luzienses e a classe política local.



Por conta de sua alta popularidade, ‘’Chameguinho’’ vem colhendo os frutos da simpatia junto aos munícipes e, hoje, já é o principal nome da cidade a pleitear ao cargo de Deputado Estadual por Santa Luzia em outubro próximo. 

O corretor de imóveis, George Soares Ferreira, conhecido em Santa Luzia como ''Chameguinho do Maranhão: sensação no município
''Eu acho que é pelo meu jeito humilde e sincero e também por tratar bem a todas as pessoas e gostar de fazer novas amizades, de repente o povo mesmo colocou ‘’Chameguinho do Maranhão’’ e pegou'', diz Ferreira.


Em Santa Luzia,  George goza também de grande aceitação por parte dos políticos luzienses que, em sua maioria, fazem menção ao seu nome em encontros e articulações eleitorais. 

Vereador do município, o parlamentar Joaninha é um dos que reconhece o crescimento político de Chameguinho em Santa Luzia.

 ''Chameguindo do Maranhão'' é muito popular e virou um personagem da cidade, é uma pessoa boa e do bem e o povo pede que ele entre candidato para representar Santa Luzia, realmente virou sensação no municipio’’, reconhece Joaninha.

Japonês condenado a morte com provas falsas deixa a prisão após 48 anos

O japonês Iwao Hakamada, considerado o recluso há mais tempo condenado à morte no mundo todo, foi libertado nesta quinta-feira, 27, no Japão. Ele passará por um novo julgamento depois de surgirem evidências de que os procuradores do caso fabricaram provas contra o réu. Provas obtidas com base em exames de DNA indicam que ele é inocente. Ele passou 48 anos de sua vida na cadeia.

Segundo informações, o japonês Iwao Hakamada desembarcará em São Luís ainda esta semana para unir-se aos seus compatriotas do mercado informal da capital maranhense
Hakamada foi condenado à morte em 1968 por uma série de assassinados cometidos em Shizuoka, em 1966. Sua condenação foi confirmada por um Tribunal de Apelações em 1960. O acusado deixou hoje a prisão ao lado de sua irmã mais velha.

Nos últimos tempos, o réu, que hoje tem 78 anos, passava a maior parte do tempo em silêncio e se recusava a receber visitas. “Antes eu perguntava se ele estava bem e me respondia que sim. Só queria voltar a escutar sua voz”, disse sua irmã Idako.

Ao deixar a prisão, no entanto, Hakamada voltou a sorrir. “Obrigado, muito obrigado de verdade a todos que me ajudaram”, disse o réu. “Estou muito feliz.
De acordo com o Ministério da Justiça do Japão, há 129 casos de condenados no corredor da morte. Ao lado dos EUA, o país asiático é a única democracia industrializada com a pena capital prevista em seu sistema judiciário. / AP
Prefeito de Humberto de Campos é afastado por fraude em licitação

Do MPE


Nesta quinta-feira, 27, o Poder Judiciário afastou liminarmente, por 90 dias, o prefeito de Humberto de Campos, Raimundo Nonato dos Santos, por fraudar licitações para construção de duas praças. Ele também está impedido de entrar na Prefeitura e convocar a presença de funcionários públicos municipais, sob qualquer circunstância, pelo mesmo prazo.

A decisão é resultado de Ação Cautelar ajuizada, em 12 de março, pelo promotor de justiça Carlos Augusto Soares. O representante do Ministério Público do Maranhão acionou o ex-gestor e a empresa Marf Locação e Urbanismo Ltda, com base nos contratos firmados para construção das praças – Humberto de Campos e Base -, com recursos oriundos de convênios com o governo estadual.

Com o afastamento de Raimundo Nonato dos Santos, a Câmara Municipal tem 24 horas para empossar o vice-prefeito, Augusto Cesar Fonseca Filho. Todas as instituições bancárias oficiais, com as quais o Município mantém convênio, serão notificadas a fim de bloquear qualquer transação financeira por parte do prefeito afastado.

LF e Jorge
O prefeito de Humberto de Campos, Raimundo Santos(ao meio): afastamento por fraude
O juiz Lúcio Paulo Fernandes Soares suspendeu, ainda, a execução das praças, bem como quaisquer pagamentos referentes a estas obras, até o final da futura Ação Civil Pública, que deve ser interposta pelo MPMA.

Ao investigar os processos de licitação, foi detectado que não constam no edital as condições de recebimento do objeto licitado; as condições de pagamento dos serviços executados, conforme exigido pela Lei 8.666/93; e tampouco o projeto básico, que deveria ser anexado ao edital. Além disso, o MPMA constatou que o endereço da construtora, no município de Raposa, é fictício. No local, onde deveria funcionar a sede da empresa, existe uma residência particular.

Na avaliação do promotor de justiça, essas irregularidades, mais que meras formalidades, indicam a falta de zelo e de rigor na contratação da empresa, além de demonstrar a falta de cuidado com o produto final do referido contrato. “O objeto do contrato deve, obrigatoriamente, atender ao interesse público. Se não há sequer cláusula estabelecendo as condições de recebimento da obra, que garantia a sociedade tem do cumprimento dessas finalidades?”, questiona Carlos Augusto Soares.

No material analisado pelo MPMA, não foram encontrados os documentos que comprovam a inscrição da Marf Locação e Urbanismo Ltda no cadastro de contribuintes do Estado do Maranhão, em desconformidade com a Lei de Licitações. Também foi identificado que a vencedora do certame apresentou o certificado de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) com data fora do prazo legal.

Mesmo com essas irregularidades, o Município de Humberto de Campos homologou o contrato com a Marf Locação e Urbanismo Ltda, reprovando a empresa Mega Empreendimentos Ltda, sob a justificativa que esta não teria apresentado o contrato social. Porém, a Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça, que avaliou os documentos, identificou o contrato da construtora inabilitada.

Obras

Para o membro do MPMA, a construtora vencedora da licitação funciona apenas como fachada, desviando o dinheiro público. Carlos Augusto Soares inspecionou a obra e notificou os trabalhadores. Nos depoimentos, os pedreiros informaram que o material utilizado na construção é fornecido pelo encarregado de obras do Município de Humberto de Campos e não há a presença de qualquer empresa na execução do serviço. Eles testemunharam que foram contratados por outro funcionário da Prefeitura.
Jovem desaparecida desde domingo é encontrada esquartejada dentro de saco. Marido se mata ao saber que é o principal suspeito

Blog do Neto Cruz

SÃO LUÍS – Foi encontrado no início da tarde desta quinta-feira (27), no bairro da Cohab, o corpo da estudante universitária, Dahlia Ferreira, que estava desaparecida desde domingo (23).

Casal estava em crise
Casal estava em crise

Segundo a polícia, o companheiro é o principal suspeito do crime. O corpo estava esquartejado, enrolado em uma rede e dentro de um saco de lixo, próximo ao condomínio onde morava a vítima. O companheiro de Dahlia, Raphael Carvalho, foi encontrado enforcado na manhã de hoje.
A vítima teria saído no domingo para a praia e não retornou.
Rafhael ainda deixou um recado no facebook, que segue:

Sem título
Procurado desde dezembro por pensão, Edilson Capetinha é preso

Ex-atacante tinha um mandado de prisão em aberto expedido pela 9ª vara familiar. Edilson não resistiu à prisão e está no complexo policial dos Barris, em Salvador

Salvador


O ex-atacante Edilson Capetinha foi preso na manhã desta quarta-feira, na Avenida Anita Garibaldi, em Salvador. O ex-jogador, que possui passagens por Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Bahia e Vitória, além da Seleção Brasileira, tinha um mandado de prisão expedido pela 9ª Vara Familiar desde dezembro do ano passado pelo não pagamento de pensão alimentícia.

Edilson não resistiu à prisão e foi encaminhado para o complexo policial dos Barris, também na capital baiana.

Marcelo Oliveira/Site Oficial do Bahia
Edilson Capetinha: bola na trave
Segundo a delegada responsável pelo caso, Neide Barreto, da Polinter, Edilson estava sob investigação desde o fim do ano passado, mas os policiais não conseguiram encontrar o ex-jogador antes desta manhã.

- Desde dezembro, vínhamos fazendo diligências para capturar o Edilson, mas o endereço que estava no mandado não foi localizado. Tudo foi investigado. Ele estava sendo monitorado, estávamos seguindo ele e esperando o melhor momento de pegá-lo. Não sei se estava fugindo. O crime do qual ele é acusado não cabe fiança. Mas a prisão pode ser sobrestada [interrompida] por ordem judicial - disse a delegada.

De início, Edilson deve ficar preso por 60 dias, prazo que pode ser prorrogado, segundo a delegada Neide Barreto. Pela lei, quem não paga a pensão alimentícia é comunicado pela Justiça e tem um prazo de três dias para se justificar e fazer o pagamento. Se não fizer isso, é detido e só é liberado depois de quitar toda a dívida.
Ministra do STF garante direitos constitucionais indígenas

Por Luana Luizy

Em decisão histórica, a ministra Rosa Maria Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu no dia 11 de março que as condicionantes adotadas no julgamento da Petição 3388/RR, que tratou da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, não possuem efeito vinculante. Ou seja, as decisões aplicadas no caso da Raposa não se estendem às demais terras indígenas no país.

Trata-se do Mandado de Segurança da Agropastoril, Madeireira e Colonizadora Sanhaço Ltda, questionando homologatório da demarcação da Reserva Indígena Kayabi, na fronteira dos Estados do Mato Grosso e Pará. Anteriormente, em casos diversos, os ministros Ricardo Lewandowski e Ayres Britto já haviam se manifestado de forma semelhante.

Por consequência, a Portaria 303 assinada por Luis Adams, da Advocacia-Geral da União (AGU) perde força, ficando mais evidente que é desprovida de base legal, uma vez que a mencionada Portaria estende as condicionantes a todos os processos administrativos em curso e os finalizados pela Funai. Dentre elas, a vedada ampliação de Terras Indígenas. As 19 condicionantes haviam sido apresentadas, na época, no voto do ministro Menezes Direito, mas a partir daí criaram conflitos desde a publicação do acórdão.

Rosa Maria Weber definiu que as condicionantes adotadas no julgamento que tratou da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol não se estendem às demais terras indígenas no país
Ruralistas passaram a interpretar a decisão, tentando impedir novas demarcações, enquanto o governo autorizou empreendimentos em terras indígenas sem consulta dos índios, fora isso soma-se o acirramento de conflitos com latifundiários e aumento de violência contra as populações indígenas.

Outro ponto ressaltado pela ministra foi relacionado ao do marco temporal de ocupação. “Terra indígena não é um simples objeto de direito, mas ganha a dimensão de verdadeiro ente ou ser que resume em si toda ancestralidade, toda coetaneidade e toda posteridade de uma etnia”. Deste modo, ainda segundo a ministra. “A tradicionalidade da posse nativa, no entanto, não se perde onde, ao tempo da promulgação da Lei Maior de 1988, a reocupação apenas não ocorreu por efeito de renitente esbulho por parte de não-índios”.

Onda anti-indígena

Um levante anti-indígena segue em curso no Brasil, de Sul a Norte são inúmeros os casos registrados de incitação e até práticas de violência contra os povos originários. Vide o “Leilão da Resistência” convocado pela Associação dos Criadores do Mato Grosso do Sul (Acrissul) e Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul), que contou com a presença da senadora e presidenta da Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA), Kátia Abreu (PMDB-TO).

O objetivo do leilão da resistência era angariar recursos para financiar ações contra os indígenas no Mato Grosso do Sul, conforme amplamente divulgado nos meios de comunicação. Em um primeiro momento, a juíza titular suspendeu o leilão afirmando que “a vida vale mais que o patrimônio”. Na sequência um juiz convocado autorizou o leilão, condicionando que os recursos fossem depositados em uma conta judicial e em caso de descumprimento incidiria em multa.

O juiz ainda estipulou um demonstrativo assinado pelo leiloeiro contendo toda a movimentação financeira do leilão, incluindo o nome dos doadores, o valor inicial e final do lance e o nome do arrematante. Na análise, o juiz afirma estar em jogo o direito a vida versus direitos econômicos. A Acrisul entrou com pedido de liberação do dinheiro, mas o pedido foi recusado e no momento os recursos arrecadados no “leilão” encontram-se bloqueados.

Conquistas e novos desafios

O povo Xavante conseguiu ter reconhecida como de ocupação tradicional a Terra Indígena Marãwatsédé, no Mato Grosso. No caso, o Tribunal Regional Federal (TRF 1°) seguiu a jurisprudência sobre ocupação tradicional e após 17 anos de espera, o povo Xavante pôde finalmente retornar a terra de seus ancestrais e recuperar o que foi perdido.
A história se repete no Maranhão, onde segue em curso a desintrusão de não-índios em território dos Awá-Guajá, local bastante especulado por madeireiros. Em resposta a estas conquistas, os ruralistas, contra o estado democrático de direito, tentam potencializar conflitos com ações ilegais.

As declarações racistas dos deputados Luis Heinze (PP) e Alceu Moreira (PMDB) comprovam isso. Nos discursos os deputados incentivam os agricultores a violência contra os indígenas. Em uma Audiência Pública sobre Demarcação de Terras Tradicionalmente ocupadas por Povos Tradicionais, em 2013, no município de Vicente Dutra (RS), Alceu Moreira afirmou: “Se fardem de guerreiros e não deixem um vigarista destes dar um passo na sua propriedade, nenhum. Nenhum. Usem todo o tipo de rede, todo mundo tem telefone, liguem um para o outro imediatamente, reúnam multidões e expulsem do jeito que for necessário. Até porque, quando expulsar não vão expulsar índio daqui, vão expulsar índios que foram orientados de fora para cá”.

Nessa mesma audiência, Heinze, referindo-se ao gabinete do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse: “e ali, estão aninhados quilombolas, índios, gays, lésbicas, tudo o que não presta, ali estão alinhados. Por isso, pessoal, só tem um jeito: se defendam. Façam a defesa como no Pará estão fazendo. Façam a defesa como o Mato Grosso do Sul está fazendo. Os índios invadiram uma propriedade, foram corridos da propriedade. Isso que aconteceu lá”. Veja o vídeo no link: http://www.youtube.com/watch?v=PjcUOQbuvXU

Apesar do pensamento racista da bancada ruralista e outros setores governamentais, a decisão da ministra ao reconhecer o marco temporal representa um passo para a garantia dos direitos constitucionais dos povos tradicionais, a fim de que eles possam ocupar suas terras e pluralidade conferida nelas.
"O nosso verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar de inteligência sobre nós próprios."

"A felicidade é uma obra-prima: o menor erro falseia-a, a menor hesitação altera-a, a menor falta de delicadeza a desfaz, a menor palermice embrutece-a."

"Creio que quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino."

"Em todas as épocas há pessoas que não pensam como as outras. Ou seja, que não pensam como os que não pensam."  



Marguerite Yourcenar  
Deputado condenado por trocar laqueaduras por votos renuncia
Asdrúbal entregou carta ao presidente da Câmara dos Deputados horas antes de uma reunião da mesa diretora que decidiria sobre a abertura de um processo de perda de mandato
 
Terra

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a três anos, um mês e dez dias de prisão por esterilização irregular de mulheres, Asdrúbal Bentes (PMDB-PA) renunciou ao mandato de deputado federal. Ele entregou uma carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), horas antes de uma reunião da mesa diretora que decidiria sobre a abertura de um processo de perda de mandato.

De acordo com a acusação do Ministério Público, Asdrúbal concedia cirurgias ilegais de esterilização a mulheres em troca de votos na disputa pela prefeitura de Marabá, em 2004. Na semana passada, Asdrúbal afirmou que não via impedimento para exercer o mandato, já que foi condenado em regime aberto.


"Pelo respeito que tenho a esta Casa e aos meus ilustres pares, para não lhes causar nenhum contrangimento de terem que votar pela cassação ou não do meu mandato, é que, depois de consultar os travesseiros, as lideranças nacional e regional do meu partido, a minha esposa, meus filhos, familiares e amigos, decidi pela minha renúncia", escreveu.

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O deputado Asdrúbal: laqueaduras, condenação e renúncia
O presidente da Câmara comunicou, em plenário, o recebimento da carta, e a renúncia será oficializada amanhã, quando for publicada. No texto, Asdrúbal disse ser inocente do crime de esterilização irregular, por considerar que é um delito que só pode ser cometido por médicos - o peemedebista é advogado -, mas disse que o STF está passível de erros.

"Os Tribunais de Justiça são integrados por seres humanos e, por isso mesmo, passíveis de erro. Esta máxima aplica-se também ao egrégio Supremo Tribunal Federal, que, mesmo sendo a última instância, dela não está isento", disse, no texto. O peemedebista chamou a renúncia de "a decisão mais dolorosa" da vida dele, lembrando dos 87.681 votos que recebeu nas eleições.


Na semana passada, Asdrúbal negou a vontade de renunciar ao mandato e disse que não teria constrangimento de enfrentar um processo de cassação. Na ocasião, disse que não haveria problema em conciliar o regime aberto e o mandato parlamentar.

Questionado por jornalistas se saía magoado da Câmara dos Deputados, Asdrúbal disse que não guarda rancores. "Não guardo mágoa, não guardo rancor, meu coração só tem lugar para o amor", disse.


 Para ficar na prisão domiciliar, Asdrúbal precisará cumprir 13 condições, entre as quais a residência em endereço fixo, se recolher até as 21h e permanecer em casa nos domingos e feriados por período integral, salvo em caso de autorização judicial. Ele também não poderá se ausentar do Distrito Federal, ficará proibido de andar em companhia de outras pessoas que cumprem pena, trabalhar, se apresentar à Justiça a cada três meses e não portar drogas ou frequentar bares e locais de prostituição.

Ontem, depois da decisão do juiz de converter a prisão em regime aberto em domiciliar, Asdrúbal circulou pela Câmara e disse no cafezinho do plenário que pretende se candidatar novamente. “Não saio pela porta dos fundos. Saio de cabeça erguida. Não são 13 votos de 13 laqueaduras que vão derrubar 85 mil votos”, disse. “Eu voltarei com absoluta certeza porque é a vontade do povo”, afirmou.


Asdrúbal foi o único deputado que não votou pela cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), em fevereiro, optando pela abstenção. Depois da sessão, o peemedebista disse que, como também havia sido condenado pelo STF, não poderia julgar um colega por "uma questão ética".
Incra inaugura Unidade Avançada de Zé Doca

Foi inaugurada, na sexta-feira (21), a Unidade Avançada do Incra no município de Zé Doca-MA, criada pela Portaria nº 667, de 25 de novembro de 2013 e a partir da extinção das Unidades do órgão nos municípios de Pindaré-Mirim e Bacabal. A instalação em Zé Doca foi devido a sua localização na Região do Alto Turi/Gurupi que, atualmente, possui a maior concentração de assentamentos do Maranhão e grande número de terras públicas para serem regularizadas.

A Unidade possui em sua jurisdição o número de 28.661 famílias de trabalhadores rurais em 233 projetos de assentamentos, além de proprietários e agricultores familiares, distribuídos em 20 municípios da Região. De acordo com o superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, com esses números uma grande parte da demanda das ações da autarquia está na Região do Alto Turi/Gurupi. "Daí a importância do Incra estar mais próximo dos trabalhadores rurais com a criação da Unidade", enfatizou.
Compromisso
A solenidade de inauguração foi aberta pelo superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, que reafirmou o compromisso da autarquia com a reforma agrária e novamente salientou o elevado número de famílias a serem beneficiadas com a criação da Unidade de Zé Doca ."Encontram-se na Região do Alto Turi/Gurupi quase 30% de todas as famílias assentadas no Maranhão, percentual que, a partir de agora, poderá ter acesso mais rápido às políticas públicas do Governo Federal", assegurou.

O presidente do Incra/MA, Zé Inácio: Inauguração da Unidade Avançada de Zé Doca
 Durante o evento, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Incra-MA e a Prefeitura, para apoio no funcionamento da representação do Incra naquele município. Também aconteceu a posse da chefe da nova Unidade Avançada, a engenheira agrônoma, Andrea Viviane dos Santos Monteiro, que em sua fala destacou a importância das parcerias para o êxito das ações da Unidade.

O delegado da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário no Maranhão (DFDA MA), Ney Jeferson Teixeira, falou da grande missão da Unidade de Zé Doca em atender quase 30 mil famílias no estado e da proximidade das políticas públicas ao agricultor. "Agora a distância física diminui e aumenta a facilidade no atendimento aos trabalhadores rurais da Região", afirmou.

Já o prefeito de Zé Doca, Alberto Carvalho Gomes, destacou a luta dos agricultores pela reforma agrária no município e acrescentou que a Unidade é um marco. "A partir de hoje as coisas vão melhorar no sentido de maior assistência aos nossos trabalhadores rurais", disse. Participaram da solenidade de inauguração: prefeitos da Região, representantes de órgãos federais, dos sindicatos e entidades dos trabalhadores rurais, Câmara Municipal, Bancos, Associações de trabalhadores Rurais da Região, servidores do Incra, entre outros.
Estrutura
Para início das atividades a Unidade Avançada vai dispor de um quadro com 20 servidores, que, na semana passada, receberam treinamento sobre as atribuições que irão desempenhar. Além de possuir estrutura para as ações de reforma agrária na Região, a Unidade dará apoio ao programa Terra Legal e ao Colegiado Territorial do Alto Turi/Gurupi, que é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Serviços
Nos ambientes da Unidade serão oferecidos, entre outros, os seguintes serviços: a emissão da Declaração de Aptidão (DAP), do Certificado de Cadastro de Imóveis Rurais (CCIR); Aplicação, acompanhamento e supervisão do Crédito Instalação nas suas diversas modalidades; Acompanhamento e supervisão de obras de infraestrutura nos assentamentos. Também foi preparado um ambiente específico para funcionamento da Sala da Cidadania.
 
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Unidade Avançada de Zé Doca: Incra/MA mostra ações descentralizadas que contemplam todo estado
 A população do Território da Cidadania Alto Turi/Gurupi conta agora com uma Unidade do Incra na Região. Foi inaugurada, na sexta-feira (21), a Unidade Avançada da autarquia no município de Zé Doca-MA, distante cerca de 300 km da capital maranhense. Conforme a Portaria nº 667, de 25 de novembro de 2013, a Unidade foi criada com a extinção das Unidades do órgão nos municípios de Pindaré-Mirim e Bacabal. A instalação em Zé Doca e devido a sua localização na Região do Alto Turi/Gurupi que, atualmente, possui a maior concentração de assentamentos do Maranhão e grande número de terras públicas para serem regularizadas.


A Unidade possui em sua jurisdição o número de 28.661 famílias de trabalhadores rurais em 233 projetos de assentamentos, além de proprietários e agricultores familiares, distribuídos em 20 municípios da Região. De acordo com o superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, com esses números uma grande parte da demanda das ações da autarquia está na Região do Alto Turi/Gurupi. "Daí a importância do Incra estar mais próximo dos trabalhadores rurais com a criação da Unidade", enfatizou.

Compromisso

A solenidade de inauguração foi aberta pelo superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, que reafirmou o compromisso da autarquia com a reforma agrária e novamente salientou o elevado número de famílias a serem beneficiadas com a criação da Unidade de Zé Doca ."Encontram-se na Região do Alto Turi/Gurupi quase 30% de todas as famílias assentadas no Maranhão, percentual que, a partir de agora, poderá ter acesso mais rápido às políticas públicas do Governo Federal", assegurou.
Durante o evento, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Incra-MA e a Prefeitura, para apoio no funcionamento da representação do Incra naquele município. Também aconteceu a posse da chefe da nova Unidade Avançada, a engenheira agrônoma, Andrea Viviane dos Santos Monteiro, que em sua fala destacou a importância das parcerias para o êxito das ações da Unidade.
O delegado da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário no Maranhão (DFDA MA), Ney Jeferson Teixeira, falou da grande missão da Unidade de Zé Doca em atender quase 30 mil famílias no estado e da proximidade das políticas públicas ao agricultor. "Agora a distância física diminui e aumenta a facilidade no atendimento aos trabalhadores rurais da Região", afirmou.

Já o prefeito de Zé Doca, Alberto Carvalho Gomes, destacou a luta dos agricultores pela reforma agrária no município e acrescentou que a Unidade é um marco. "A partir de hoje as coisas vão melhorar no sentido de maior assistência aos nossos trabalhadores rurais", disse. Participaram da solenidade de inauguração: prefeitos da Região, representantes de órgãos federais, dos sindicatos e entidades dos trabalhadores rurais, Câmara Municipal, Bancos, Associações de trabalhadores Rurais da Região, servidores do Incra, entre outros.


Estrutura

Para início das atividades a Unidade Avançada vai dispor de um quadro com 20 servidores, que, na semana passada, receberam treinamento sobre as atribuições que irão desempenhar. Além de possuir estrutura para as ações de reforma agrária na Região, a Unidade dará apoio ao programa Terra Legal e ao Colegiado Territorial do Alto Turi/Gurupi, que é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Serviços

Nos ambientes da Unidade serão oferecidos, entre outros, os seguintes serviços: a emissão da Declaração de Aptidão (DAP), do Certificado de Cadastro de Imóveis Rurais (CCIR); Aplicação, acompanhamento e supervisão do Crédito Instalação nas suas diversas modalidades; Acompanhamento e supervisão de obras de infraestrutura nos assentamentos. Também foi preparado um ambiente específico para funcionamento da Sala da Cidadania.




Matéria enviada por Assessoria de Comunicação do Incra/MA.
 

Blog do Domingos Costa 

Conhecido pelos discursos atrapalhados, sem concordância e pronunciando as palavras erroneamente, o prefeito de Paço do Lumiar, “pofeçor/policial” Josemar Sobreiro(PR), apelidado pelos opositores de bocó, aprontou mais uma das suas.

Professor Josemar Sobreiro.
O prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro: ele é proprietário de um colégio onde afirmam que se ensina o bom português. Será?
Na última segunda-feira, 24/03, o gestor justificou o apelido. Durante autorização do início da primeira etapa da implantação do Corredor Metropolitano da Ilha de São Luís, na localidade Beira-Rio, na MA-204 (Estrada da Maioba), o ”pofeçor/policial” em seu breve e atrapalhado discurso disparou uma de suas pérolas.


“…essa obra que vai nos beneficiar os três municípios, vai melhorar o nosso tráfico…”(sic) afirmou Josemar.

pAÇO-E-RIBAMAR
Josemar fazendo menção ao tráfico enquanto a governadora de chapinha tenta disfarçar: ao fundo, o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim é visto a lembrar de seus tempos de escola: gafes do prefeito vem servindo de grandes (des)ensinamentos


Com a tenda tipo circo já armado, na continuação do discurso, Sobreiro elogia Roseana Sarney e uma voz ao fundo, de um senhor, provavelmente pago, grita insinuando o nome do candidato da oligarquia. 


Além de confundir a pronúncia da palavra, o leigo gestor acaba trocando o significado. “tráfego” que relaciona-se com trânsito por “tráfico” que relaciona-se com comércio ilegal. É, se depender de Josemar, pelo visto, a paciência de Antonio Houaiss estará para sempre por um fio. Aqui e na eternidade. 





Com revisão e informações de Fernando Atallaia. 
PM decreta greve geral por tempo indeterminado

Policiais militares reunidos esta noite na sede das Fetaema decidiram, em assembleia geral, decretar greve por tempo indeterminado até que a governadora Roseana Sarney apresente uma contra propostas às reivindicações da tropa.  

Policiais em greve no Maranhão: sinal de que a governadora leva a sério a Segurança Pública do estado

Os militares criticam o reajuste de 7% concedido pelo Governo do Estado, que segundo  eles não reflete aumento, apenas reposição de perdas salariais com a inflação.



Após a decisão de paralisar as atividades, policiais saíram em carreata pelo centro da  cidade fazendo businaço e chamando a atenção da população para o ato que culminou com decretação da greve, em mais uma prova de incapacidade do governo em lidar com a segurança pública. 
Órgãos são encontrados na Praia do Meio

A Polícia Civil foi acionada na manhã de hoje após banhistas terem encontrado órgãos na areia da Praia do Meio. Os órgãos foram recolhidos por peritos do Instituto Médico Legal (IML) e submetidos a análise.

Órgãos encontrados na Praia do Meio
Banhistas procuravam ostras e encontraram órgãos
A delegada do 6º DP da Polícia Civil [Cohatrac], Tereza [o blog não foi informado do sobrenome da titular], foi ao local para fazer os primeiros levantamentos de investigação.
A titular, segundo fontes do blog, não quis adiantar se há suspeitas de vítima.

O caso intrigou banhistas, que encontraram as vísceras em local de bastante movimentação.

A Polícia deve se pronunciar nos próximos dias sobre o achado.

Na Casa Civil, Luis Fernando Silva comprou 5.000 litros de bebidas alcoólicas 

Marrapa


Enquanto esteve à frente da Casa Civil do governo Roseana Sarney (PMDB), o pré-candidato do grupo Sarney a governador, Luís Fernando Silva (PMDB), comprou cinco mil litros de bebidas alcoólicas. O exagero é alvo de representação por improbidade administrativa junto ao Ministério Público Estadual, protocolada ontem (25) pelo líder da oposição na Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB).

Foram 3.548 (três mil, quinhentos e quarenta e oito) garrafas de cervejas; 431 (quatrocentos e trinta e uma) garrafas de vinho; 260 (duzentos e sessenta) garrafas espumante; 193 (cento e noventa e três) garrafas de uísque importado; 104 (cento e quatro) garrafas de champanhe; 82 (oitenta e duas) garrafas de Vodka sueca; 68 (sessenta e oito) garrafas de Lícor; 50 (cinquenta) garrafas de Vermult e 24 (vinte e quatro) garrafas de Prosecco. No total, Luís Fernando Silva adquiriu 5 mil (cinco mil) garrafas de bebidas alcoólicas através do Pregão nº 072/2011.


luis fernando nova slide
Luís Fernando: ''mais uma dose, é claro, que eu tô afim'' 
Entre os itens extravagantes adquiridos para o consumo em jantares, festas e recepções no Palácio dos Leões, aparecem 60 exemplares de vinho chileno ao preço unitário de R$ 675,00, totalizando R$ 40.500,00.

Há diversos outros exageros na referida aquisição. Outras 120 garrafas de vinho chileno foram adquiridas ao preço de R$ 337,24, ao total de R$ 40.468,80. Também há outros exemplos da extravagância com o dinheiro público, como a compra de 100 garrafa de espumante francês por R$ 328,67 a unidade, totalizando R$ 32.867,00.


Para Rubens Junior, “as despesas com homenagens, jantares, hospedagens e festividades para a recepção de autoridades são admissíveis, desde que efetivamente destinadas a recepcionar autoridades públicas e que a finalidade de tais aquisições seja de exclusivo interesse do estado ou da coletividade. Não é o caso da compra questionada.

Ainda que se admita a aquisição de bebidas alcoólicas para eventos como a recepção de autoridades, não se pode permitir a escolha de exemplares caríssimos”. 

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