terça-feira, 22 de outubro de 2013

 
Pede pra sair, Aloisio Mendes!


População da Grande São Luís não suporta a onda de crimes que assola a Região Metropolitana e pede a saída do secretário de Segurança.

Por Fernando Atallaia
Direto da Redação

Crimes e mais crimes. Descontrole social, insegurança e ausência do estado, além do desespero dos cidadãos da chamada Grande São Luís com a onda incontrolável de assaltos e assassinatos. É dentro dessa cruel e triste realidade que os maranhenses das cidades São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e a própria capital São Luís pedem a exoneração do secretário de Segurança do governo Roseana Sarney, Aluisio Mendes nas principais redes sociais e nas ruas.

 
Aluísio Mendes denunciado em sua incompetência e falta de pulso para conter a atmosfera sombria de violência que vem aterrorizando famílias inteiras e o conjunto das populações maranhenses há cerca de dois anos já era alvo de denúncias de despreparo à frente da Pasta responsável pela integridade física daqueles que elegeram o que a governadora Roseana Sarney chamou de ''o melhor governo de minha vida''.


O secretário de Segurança do governo Roseana, Aluisio Mendes: se ele não consegue conter a onda de crimes e violência na Grande São Luís vai conseguir em todo estado?
Até aqui seguindo como o pior governo da história do Maranhão no quesito Segurança Pública a bomba do descaso se fez ouvir na chegada da Força Nacional às dependências da penitenciária de Pedrinhas. Nada resolvido, os policiais da Força não dariam resposta ao caos vivenciado pelos moradores dos bairros das cidades da Região Metropolitana quando o assunto é a violência desenfreada que vem operando diuturnamente dentro de uma guerra urbana que já se anuncia.

Milhões de maranhenses desacreditados soltam gritos de revolta, temor e medo nos canais alternativos de comunicação distribuidos nas redes sociais. No Facebook pedem o retorno de João Alberto, ex-secretário de Segurança do estado, conhecido por caçar bandidos à base de extermínios truculentos na forma das barbáries reacionárias. Outros, exigem que a governadora admita a falibilidade de sua gestão no setor e até por conta disso renuncie ao cargo. Prós e contras se encontram pela primeira vez entre governistas, assustados, oposicionistas e descontentes.
Governadora Roseana Sarney: ela nunca deu a mínina para a segurança dos maranhenses e agora a população sofre as consequencias
Enquanto isso, o governo Roseana Sarney nada mostra de concreto em medidas de prevenção; fortalecimento de seu corpo policial( militar, civil); aumento de contigente; políticas públicas de inserção social nas periferias e/ou parceria com os prefeitos da região metropolitana visando a adoção de ações que reduzam a violência e que tragam de volta a tranquilidade aos habitantes da Grande Ilha. O povo pede a saída de Aluisio Mendes do Governo, mas a autoexoneração de Roseana Sarney seria no mínimo justo para um governo que na verdade nunca deu a mínima para a Segurança Pública do estado. O que se está vendo nas cidades da Região Metropolitana é tão somente a consequencia de décadas de deprezo pelo povo do Maranhão. Mas a Oposição, que se aproveita do momento, também não tem a resposta. O que fazer?

 
Poesia sempre!

Por Fernando Atallaia

A série ''Cultura no Balneário'' trás hoje para o deleite dos leitores da Agência Baluarte um poema inédito do mais novo projeto editorial- voltado para o discurso amoroso nas redes sociais-, do escritor ribamarense João de Deus.



Artista à frente de seu tempo, o Arte-Educador e Professor-Doutor do Departamento de Educação da Universidade Federal do Maranhão-UFMA é também um exímio versejador em época atual.

João, como é mais conhecido, é um dos fundadores do grupo musical Cantariba e um fomentador nato da cultura do Maranhão. Natural de São José de Ribamar, o poeta já lançou várias obras em livro e ainda é autor de centenas de poesias ainda no prelo.

Fique com a fala poética deste vigoroso e imprescindível artista que tem na modernidade e na cidade balneária suas maiores inspirações. Boa leitura:

O escritor e artista multimídia ribamarense João de Deus
O ACASO (João de Deus)


Um dia o acaso nos unirá. Verei outra vez tua face

No Face vejo teu fake. Lá tu és o que pensas ser

Viajas na rede do provável.

Improvável que me vejas, já que sumi de tua face, Embora permaneça em teu Face

Tu me olhas da rede, por trás do lençol enxergas "minha alma clara Como bumbum de bebê".

Não tente me enganar

O seu engano é o meu, já que estamos juntos na Rede

Olhando-nos através de um lençol de vidro

Meus olhos se cruzam com os teus

E no trajeto tece-se um amor impossível.




São José de Ribamar, Bar do Hélio, 02/05/2013.


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