domingo, 20 de outubro de 2013

Maior peixe de água doce do mundo é um peixe-gato do Rio Mekong

Do Fatos Desconhecidos

Comprovadamente, o maior peixe de água doce do mundo é um peixe-gato pescado no rio Mekong, na Tailândia, em 1º de maio de 2005. O animal tinha 2,7 m de comprimento e pesava 293 kg (646 libras), de acordo com a ONG WWF e com o National Geographic. 

Em 24 de fevereiro de 2009, no entanto, a imprensa inglesa noticiou que o biólogo britânico Ian Welsh pescou, no rio Maeklong, também na Tailândia, uma arraia gigante que pesava entre 265 quilos e 350 quilos.
Segundo o jornal The Guardian, o peso é estimado por conta do tamanho do animal: 2 metros de comprimento por 2 de largura, além do rabo de 3 metros. Se houvesse comprovação do peso da arraia, Welch ficaria com o recorde.

A nota triste é que o peixe-gato gigante encontrado pelos pescadores tailandeses acabou morrendo e virando comida. A fêmea não aguentou quando passou por um processo para retirar as ovas, que tinha como objetivo abastecer um programa de criação em cativeiro.


Rio Mekong
O Mekong é um dos maiores rios do mundo e está localizado no sudeste asiático.

Com um comprimento de aproximadamente 1535 km, é o 13.° mais longo e 10.° mais volumoso (descarrega 475 km³ de água anualmente) rio do mundo, drenando uma área de 795 000 km². Nasce no Planalto do Tibete e depois percorre a província chinesa de Yunnan, Mianmar, a Tailândia, o Laos, o Cambodja e o Vietname.
O nome Mekong vem dos idiomas tailandeses e significa Mae Nam Khong, onde Mae pode ser traduzido como Mãe, e Nam como água. A bacia do Mekong tem uma das biodiversidades mais ricas do mundo. Mais de 1200 espécies de peixe já foram descobertas na área e são uma fonte vital para a dieta da população local.


 
No Mekong superior, ao longo da porção nordeste, na fronteira com o Laos, o rio é relativamente limpo e possui uma fluidez considerável. A água tende a ser neutra com um pH variando de 6,9 a 8,2 e o nível de nutrientes é baixo. Na parte baixa do Mekong, a água é turva, especialmente durante a época de chuvas. Devido a erosão dos barrancos ao longo da margem, a água passa a ter uma coloração amarelada, cor de terra. A temperatura do rio varia de 21,1 a 27,8 °C e o pH entre 6,2 e 6,5.


Risco de extinção

 
O projeto para construção de uma série de barragens no rio Mekong, o maior do sudeste asiático, poderá causar a extinção de um dos maiores peixes de água doce do mundo, advertiu o Fundo Mundial para a Natureza (WWF). De acordo com a organização, há pelo menos 50 espécies migratórias de peixes no Mekong. A construção poderá modificar de forma irreversível o ecossistema do rio. As informações são do jornal El Mundo.Os peixes-gato, que podem medir até 3 metros de comprimento, poderão desaparecer se essas estruturas separarem os locais de desova, compreendidos em diversos trechos do rio que atravessa a China, o Laos, a Tailândia e o Camboja. O animal, considerado o terceiro maior do mundo, parte do Camboja para fazer a desova no norte da Tailândia ou em Laos. A WWF teme que as barragens impeçam este movimento.

Segundo a WWF, um quarto dos peixes gigantes do planeta vive no Mekong, um rio de 4,8 mil km de comprimento, que abriga, também, a raia pastenaga cujo peso pode atingir os 600 kg. A construção de uma barragem na província de Sayabouly, no norte do Laos, uma das onze previstas no curso inferior do Mekong, é "uma ameaça à sobrevivência" do peixe-gato, cujo número diminuiu 90% em 20 anos, afirmou a organização.


 
Toma Lá. Dá Cá com Fredson Froz

Diretor-geral da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão-Famem, Fredson Froz se filiou recentemente no Partido Republicano Brasileiro-PRB a convite do diretório regional que expressou de forma categórica a importância de Fredson para a renovação do parlamento de Brasília, onde a bancada da legenda pretende se fortalecer.


Pré-candidato a Deputado Federal a pedido de centenas de lideranças jovens de São José de Ribamar, cidade onde mantém uma relação de trabalho amistosa e participa da administração como um dos secretários da gestão municipal, Froz vem sendo ovacionado a concorrer à uma das vagas da Câmara Federal.

No ato de sua filiação, uma declaração honrosa do deputado Cléber Verde que afirmou ser ''Fredson um importante militante político e um grande defensor do municipalismo. Sua filiação vem, sem nenhuma dúvida, fortalecer o partido para as eleições de 2014", ratificou o reconhecimento do Partido para com o  político maranhense.

Fredson Froz é o nosso convidado para essa edição da série de entrevistas ''Toma Lá. Dá Cá'' da Agência Baluarte. Convite aceito, o jovem administrador que é também advogado, se debruçou sobre as perguntas e falou sobre sua história que perpassa a vida pública. Fique agora com a íntegra do bate-papo. Boa leitura:

Por Fernando Atallaia
Editor da Agência Baluarte
atallaia.baluarte@hotmail.com
 

Agência Baluarte- Você vem de uma família ligada mais ao Judiciário que à Política, mas nos últimos anos se tornou um dos fortes nomes do estado a pleteiar um mandato parlamentar. Como você vê essa receptividade e engajamento espontâneo das pessoas, incluindo políticos, juventude e segmentos sociais, à sua presença na vida pública? No inicio causou um certo espanto?

Fredson Froz- Eu ficava pensando justamente nisso, nessa coisa de você como homem público não está apto a vê que a Juventude, por exemplo, precisa de um gestor que tenha proximidade com ela, que tenha o discurso que ela tem, a sua voz. Mas em Ribamar nós nem precisamos nos esforçar nesse sentido, porque a gestão de Gil(prefeito Gil Cutrim, do PMDB) tem esse perfil. Quando comecei a trabalhar na administração pública não fiz nada para demonstrar algo que não fosse eu alí, então todos percebem que temos isso, esse humanismo e esse amor pelos segmentos sociais, que é uma informação que vem da minha formação, é um dado que integra o que eu sou. Então, obviamente que identifico de onde vem os convites e a adesão ao nosso projeto político. Inicialmente eu não estranhei, mas extremamente feliz e alegre com o reconhecimento de todos, cheguei à constatação de que se tratava do fruto de nosso trabalho, da nossa boa convivência com todos e principalmente com nosso compromisso com os municípios maranhenses e com a população do estado.

Fredson Froz e o atleta campeão
Fredson Froz com um jovem atleta de São José de Ribamar: sua pré-candidatura é um anseio dos segmentos sociais e da juventude do Maranhão
Agência Baluarte- A grande maioria do políticos maranhenses foi vitimada por certo distanciamento do público e de seus eleitores, o que é uma reclamação constante e generalizada da população maranhense. Você acha que conseguirá manter a coerência em seu posicionamento, que é marcado sempre justamente pela proximidade com todos em geral?

Fredson Froz- Não resta dúvidas quanto a isso, a política para mim sempre foi um elo entre Poder Público e População. Nunca em tempo algum destoei desse conceito e é por esta razão que as pessoas me notam e me convidam para enfileirar ao lado delas seu projetos e suas lutas. A minha coerência é algo que constitue minha biografia e mesmo se eu quisesse não conseguiria me desvencilhar dela. Então, eu penso que é natural essa minha ligação com os jovens, minha preocupação com os municípios, com as linguagens culturais e com os movimentos sociais que estão nascendo em nosso estado a todo momento pelo simples fato de eu está vivenciando essa realidade há muito tempo e sempre.

Agência Baluarte- O convite da filiação no PRB partiu de quem e como você recebeu a notícia?

Fredson Froz- O Cléber(deputado federal Cléber Verde, da Executiva estadual do PRB) é meu amigo e uma pessoa que sempre me percebeu dentro de uma visão política. Eu recebi o convite com naturalidade e com a certeza de um compromisso que você faz com o Maranhão, com as cidades maranhenses, com o nosso povo quando se filia. Na verdade, me fiilei por saber do grau de seriedade e responsabilidade que este ato trás e encerra em si mesmo; após minha filiação, fui recepcionado por centenas de pessoas que acreditam que podemos dá nossa colaboração para o desenvolvimento do estado, que é o que já estamos fazendo desde quando aceitamos entrar para vida pública. Então aproveitando essa oportunidade, eu gostaria inclusive, de agradecer a todos os amigos e irmãos correligionários, aos jovens que compõem a Juventude Maranhense e a todos que acreditaram e continuam acreditando em mim me levando a ser hoje  um dos quadros do PRB no Maranhão.



Países árabes pressionam sauditas a integrar Conselho de Segurança da ONU  
 
DA AFP

Os países árabes pediram neste sábado à Arábia Saudita que mude de atitude e aceite ser membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas a partir de 1º de janeiro.
Os embaixadores dos países árabes na ONU fizeram esse apelo em um comunicado redigido em uma reunião organizada depois do anúncio de Riad de que não ocuparia o assento oferecido no Conselho de Segurança, principalmente devido e desacordos relacionados à gestão do conflito na Síria.

O governo da Arábia Saudita deveria "aceitar seu lugar no Conselho de Segurança e continuar sua corajosa missão de defender nossos interesses, particularmente no âmbito do Conselho de Segurança", indica o comunicado divulgado pelos países árabes.
A Arábia Saudita tinha se negado na sexta a ingressar no Conselho de Segurança, em uma decisão sem precedentes como protesto pela "impotência" desse organismo diante do drama sírio.

O Conselho, que tem 15 membros, renova a cada ano cinco de seus dez membros não permanentes, com base em critérios regionais. Arábia Saudita, Chile, Chade, Nigéria e Lituânia foram escolhidos na quinta-feira para um mandato de dois anos que começará no dia 1º de janeiro.

Um pote até aqui de mágoa



Por Luciano Martins Costa

Um artigo do compositor Chico Buarque (ver aqui), publicado pelo Globo na edição de quarta-feira (16/10), insere algumas ponderações interessantes em torno do aquecido debate na mídia sobre a liberdade de expressão. Essencialmente, o ídolo da música popular se queixa de erros cometidos por biógrafos que usam a imprensa como base de pesquisa primária.

Como se sabe, há mais de vinte anos os jornais e revistas vêm deixando de ser considerados fontes confiáveis para pesquisadores sérios, exceto quando o objeto da pesquisa é a própria imprensa. Chico Buarque pondera que, ao colher informações na imprensa, sem confirmar sua veracidade e, em alguns casos, sem fazer uma criteriosa ponderação sobre o contexto em que tal informação foi publicada, alguns autores dão seguimento a erros ou malversações da mídia, acabando por atingir a honra ou a reputação do biografado.
 
O compositor se refere especificamente a um livro intitulado Eu não sou cachorro, não, no qual o autor afirma que ele teria acusado Caetano Veloso e Gilberto Gil, quando estavam exilados em Londres, de haverem denegrido a imagem do Brasil no exterior. Acontece que essa era uma informação falsa, inventada por um colunista do extinto jornal Última Hora do Rio, em 1971, que na época funcionava como uma espécie de porta-voz dos setores mais radicais da ditadura militar. O autor do livro simplesmente copiou a nota publicada numa coluna do jornal, que havia inventado a tal entrevista de Chico Buarque, em pleno governo do general Emilio Médici.
 
Chico observa que jamais teria dado uma entrevista àquela publicação, sendo ele mesmo, na época, perseguido pela ditadura e boicotado oficialmente pela TV Globo. De fato esse episódio mostra a negligência do autor ao dar crédito a fonte tão desqualificada. Daí essa mágoa toda.
 
Na mesma página do Globo pode-se ler outro artigo (ver aqui), do jornalista Ernesto Rodrigues, biógrafo de Ayrton Senna e João Havelange, que critica os integrantes do movimento Procure Saber, iniciadores da polêmica sobre o direito dos biografados. Rodrigues vai por outro viés, abordando o direito à privacidade de pessoas cujo sucesso depende exatamente da exposição pública, e questionando algumas alegações em torno de direitos financeiros do biografado e descendentes sobre eventuais ganhos do autor da biografia.
 
A responsabilidade da imprensa
 
O debate enveredou por labirintos tão obscuros que não se pode mais encontrar a ponta da meada. Em parte porque alguns dos opositores à liberdade de criação dos biógrafos são os compositores e cantores Gilberto Gil e Caetano Veloso, cujas vidas pessoais sempre foram deliberadamente expostas por eles mesmos como estratégia de relacionamento com o público.
 
Além disso, o movimento Procure Saber tem à frente a empresária e produtora Paula Lavigne, ex-mulher de Caetano e apontada publicamente como personagem mais versada em finanças que em arte. Lavigne lidera uma campanha contra a comercialização de biografias não autorizadas, o que, na prática, significa eliminar a biografia da relação de gêneros literários praticados no Brasil.
Sensatamente, biógrafos e outros autores e jornalistas ponderam que uma biografia autorizada não passaria de um press-release em formato de livro, e que para tal o biografado deveria contratar uma assessoria de relações públicas.
 
O artigo de Chico Buarque encaminha a discussão para outra questão, bem mais complexa: o equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilidade, o que envolve diretamente a imprensa no imbroglio.
O gênero biografia nunca foi muito popular no Brasil, mas vem ganhando terreno com as transformações da indústria cultural. O culto às celebridades estimula não apenas as produções de filmes e vídeos sobre pessoas famosas, mas acaba chegando ao mercado editorial. Até pouco mais de duas décadas, esse gênero se limitava a meia dúzia de especialistas com carreiras consolidadas como biógrafos, entre eles Fernando Morais, Moacir Werneck de Castro, Ruy Castro e Francisco de Assis Ângelo.
 
No meio da barafunda em que se transformou o debate, que alcançou elevada temperatura nas redes sociais, cabe aqui ao observador pontuar o que concerne à imprensa nesse litígio.
Não é breve o que se pode ponderar, além do que disse Chico Buarque em seu artigo, mas o essencial é apenas isto: todo pesquisador que se dispõe a construir biografias, fundamentar estudos ou produzir historiografia com base nos arquivos de jornais e revistas brasileiros, corre grandes riscos.
 
Leia-se, por exemplo, o que disse a mídia sobre o ex-ministro Luiz Gushiken, recentemente falecido: uma biografia dele baseada na imprensa resultaria no emporcalhamento de sua memória – no entanto, ele foi inocentado de tudo que em vida lhe foi atribuído pelos jornalistas.
 
Que tal uma lei que garanta a liberdade dos autores e ao mesmo tempo defina as responsabilidades de todos, inclusive e principalmente das fontes primárias?




Luciano Martins Costa é jornalista e articulista. Colaborador do portal Observatório da Imprensa, escreve para diversos veículos do País.

Presídio mais antigo de Ribeirão das Neves (MG) dará lugar à universidade
 
Do Brasil de Fato
 
“Quem abre uma escola, fecha uma prisão”. A frase do escritor francês Victor Hugo, autor de "Os miseráveis" e "O Corcunda de Notre Dame”, será concretizada no município de Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A penitenciária José Maria Alckmin, a mais antiga da cidade, dará lugar a uma universidade e um complexo cultural.
 
Para debater o tema, foi convocada uma audiência pública, para a próxima terça-feira (22), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), às 15 horas.
Esse pedido já tinha sido feito pela população desde que o governador de Minas e candidato à presidência da República, Aécio Neves (PSDB), decidiu assinar um convênio para a construção de uma nova penitenciária. Trata-se do Complexo Prisional Público-Privado (CPPP), que foi inaugurado oficialmente no dia 28 de janeiro deste ano. Foi o primeiro presídio privatizado do Brasil.
 
Inaugurada em 1938, a penitenciária José Maria Alckmin será desativada para também ser um espaço cultural; audiência debate o tema na terça (22)

Desde que foi anunciada a construção do novo presídio, os moradores de Ribeirão das Neves repudiaram com veemência. “A cidade tem mais de 5 mil presos. Mas com a família deles, a gente pode contar de 8 a 10 mil pessoas que chegam na cidade. É um impacto muito grande sobre os serviços públicos, que já são precários”, disse à época ao Brasil de Fato Rosely Carlos Augusto, integrante da Rede Nós Amamos Neves e moradora do município.
 
Ribeirão das Neves abriga 10% de toda a população carcerária do estado de Minas, de acordo com dados do Infopen, do Ministério da Justiça. No entanto, com a chegada de mais presos para o novo complexo, esse número pode chegar a quase 30% do total. Esta é a sexta unidade prisional do município.
 
Pelo fato de Ribeirão das Neves ser conhecida como ‘a cidade dos presídios’, a desativação da penitenciária José Maria Alckmin está sendo comemorada pelos moradores. Hoje em estado degradado, a instituição carcerária foi inaugurada em 1938. À época, antes da eclosão da violência e do encarceramento em massa, era local de referência da região, inclusive cultural.
 
Lá funcionava o único cinema da cidade, e as crianças jogavam bola. Daí a justificativa, segundo os moradores, de transformar o local em um espaço de cultura.   

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