sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Famem destaca trabalho dos profissionais de contabilidade nos municípios. Fredson Froz , diretor-geral da instituição, na oportunidade ainda falou sobre a realidade das cidades maranhenses. Veja:



O diretor-geral da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Fredson Froz, destacou nesta quinta-feira (10), durante sessão solene em homenagem ao Profissional de Contabilidade realizada no plenário da Assembleia Legislativa, a importante contribuição dos profissionais desta área aos municípios maranhenses, em especial à gestão administrativa e financeira.
 
“Diante das dificuldades financeiras pelas quais os municípios continuam passando, principalmente em função do pacto federativo injusto imposto pela União, as Prefeituras, mais do que nunca, necessitam de profissionais de contabilidade preparados, que contribuem no sentido de que as administrações municipais funcionem de forma eficaz e transparente. E em nosso Estado, felizmente, a maioria dos contadores são profissionais competentes”, afirmou Froz, que representou o presidente da entidade municipalista, prefeito Gil Cutrim (São
José de Ribamar), na solenidade.

Fredson Froz, da Famem: homenagem aos contabilistas do estado e preocupação constante com os municípios maranhenses  

Fredson Froz afirmou que a Famem, cumprindo o seu dever institucional, oferece aos prefeitos e prefeitas assistência técnica gratuita e especializada nesta área. Ressaltou, ainda, que a entidade está levando estes e outros serviços às cidades maranhenses através do projeto “Município em Foco”, cujas duas primeiras edições aconteceram nas regionais de Imperatriz e Balsas.
 
“O Município em Foco visa, além de aproximar a Famem e os seus serviços dos municípios, congregar os gestores públicos maranhenses para discutir e elaborar políticas públicas eficientes e adequadas para cada uma das regiões do Estado. E neste contexto está inserido o setor contábil”, disse o diretor-geral da entidade acrescentando que as próximas edições do evento serão realizadas em novembro nas regionais de Presidente Dutra e São João dos Patos.
 
Autor do requerimento solicitando a realização da sessão solene, o deputado Edilázio Júnior (PV) também destacou o importante papel do contabilista no Maranhão, ressaltando, ainda, o trabalho de assistência técnica desenvolvimento pela Federação.
Avaliação semelhante fez o presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Heraldo Campelo. “Ao propor e executar ações que incentivem a boa prática administrativa nos municípios, a Famem promove a transparência e responsabilidade com a coisa pública”, disse.
 
 
 
 
Matéria enviada por Assessoria de Comunicação da Famem.

Os gestores omissos

Prefeitos da Grande São Luís se eximem de responsabilidade com população ante à violência que assola seus municípios. Nenhum deles se manifestou sobre a recente onda de assombro que acometeu suas cidades. Nem tampouco da antiga e constante. 

Por Fernando Atallaia
Editor da Agência Baluarte
atallaia.baluarte@hotmail.com

É comum e até de praxe gestores públicos se pronunciarem em situações extremas de abalo social que porventura possam atingir suas cidades. No Maranhão, essa prática nem excessão vira. Pois bem: nesta quinta-feira(10) as cidades São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e São Luís foram tomadas de assalto pela insegurança, instabilidade e sentimento de medo e terror que acometeu os moradores da Região Metropolitana, onde os municipios citados são parte integrante. 
Prefeito eleito, Edivaldo Holanda Júnior (PTC).
Prefeito Edivaldo Holanda Júnior, de São Luís: ele mesmo um assombrado, se calou
Não que a violência desenfreada só agora tenha vindo à baila provocando reações do Governo Estadual por conta de mais um motim numa penitenciária(Pedrinhas)que internamente não tem a mínima condição de funcionamento ou funcionalidade. O problema já se arrasta e se alastra há anos e as ações desencadeadas esta semana foram somente uma consequencia do descaso governista com a questão. Mas sigamos.

Prefeito de Raposa, Clodomir de Oliveira(PRTB)
Prefeito Clodomir, de Raposa: tô nem aí
O que chama atenção é o distanciamento dos gestores municipais da crise na Segurança Pública, principalmente na Região formada por suas cidades. Para comprovar a tese, dados: nenhuma nota de repúdio, nem sequer uma demonstração formal de preocupação ou mesmo uma emissão de documento(proposição de agenda, pauta para discurtir a violência, entre outras) foram elaboradas e tornadas públicas ante a atmosfera de medo que pontua os municípios aqui já referidos, onde o índice de assassinatos só cresce(e vertiginosamente) a cada dia , e onde inclusive ações criminosas se dão a todo momento e a todo instante sem medidas de combate ou prevenção. 
Prefeito Josemar Sobreiro, de Paço do Lumiar: como sempre, ele preferiu ouvir o vice Marconi Lopes
Curioso é saber que nem um desses prefeitos da Grande São Luís se manifestou até aqui no sentido de proteger, resguardar ou defender seus representados, a saber a população que os elegeu para este fim. Curioso mais ainda é a constatação de que o problema real que se coloca imperativo no cotidiano das populações da Região Metropolitana parece não ser da alçada dos gestores de Paço, Raposa, Ribamar e São Luís. Estão todos dando de ombros com a deplorável realidade. Mas ninguem diz nada. Inclusive, eles. 
Prefeito Gil Cutrim, de São José de Ribamar: ele também não se manifestou  
Em São José de Ribamar, jovens são ceifados sem que se explique pelo menos razões para os acontecimentos sinistros. Uma sequela gritante do fenômeno da violência que começa a se acentuar pelas ruas do município. O Governo municipal não dá explicações. Parece não se importar. O mesmo posicionamento(ou ausência deste) se aplica às demais cidades, onde os gestores nem ao governo do estado recorrem como forma de dá uma satisfação a seus munícipes.

A Segurança na Grande São Luís perde sua legitimidade como política pública indispensável e agoniza no mosaico dos setores da gestão municipal e em seus corredores. Já não é uma área importante. Tudo leva a crer ser a coadjuvante na esfera das administrações destas cidades. Tudo leva a crer que seus gestores estão mais intimados à contemplação dos fatos que com seus desdobramentos, os que por natureza atingem diretamente e de forma desconcertante e escabrosa as famílias dos maranhenses açoitados pela falta de comprometimento de seus representantes com esta causa. As mesmas famílias que parecem não ser as deles.

 

 

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