domingo, 7 de julho de 2013

 

Prefeito Chico Gomes está destruindo Viana


Gomes foi eleito nas últimas eleições e já começou a mostrar trabalho. Esforços são para destruir a cidade.


Fernando Atallaia
Direto da Redação


Uma enxovalhada de denúncias chegadas à redação da Agência Baluarte dá conta de que a cidade de Viana no Maranhão está em maus bocados. Com a Infraestrutura esfacelada, a Educação sucateada e a Saúde no caos, a atual administração há seis meses iniciou, segundo a população do município, o ''ritual'' de destruição da cidade.

Localizada na microregião da baixada maranhense, a cidade de Viana é povoada por cerca de 60 mil habitantes que necessitados de políticas públicas, já não sabem a quem recorrer. Informações extraoficiais sinalizam também para a ausência do Ministério Público e dos demais poderes constituídos naquele município.
 
Chico Gomes demonstra que sua preocupação é resgatar Viana.
Prefeito Chico Gomes está destruindo Viana  
 
Segundo apurou ANB Online, o atual prefeito Chico Gomes(DEM), nutre um certo niilismo(leia-se constante desejo de destruição) pela cidade e como resposta ao sentimento que lhe atordoa, vem delegando ao município desprezo e abandono. '' Só pode ser raiva ou mesmo ódio, porque desde que ele assumiu(Chico Gomes) que Viana não progride em nada e piorou muito em todos aspectos, a cidade está no buraco, sumindo do mapa e a gente ver que eles querem mesmo é isso, querem destruir Viana no ritual do abandono'', afirma uma denunciante em e-mail enviado ao Blog.

A equipe de reportagem da Agência conversou por telefone com um comunicador local que preferiu não ser identificado e obteve a seguinte declaração.
- Estamos no caos total, a cidade está abandonada há seis meses, todos os setores da administração pública desalinhados e jogados às traças, o povo não está aguentando mais, Viana hoje é caso de intervenção federal e urgente, disse o repórter.
 
Viana é uma das muitas cidades maranhenses que tem história para contar. Com características naturais únicas, tem a Cultura e o Meio Ambiente  como bandeiras, um povo ordeiro e trabalhador que vive da pecuária, pesca e agricultura e ainda artistas representativos no país. Repleta de lagos, mesmo sofrendo a barbárie do menosprezo e da falta de compromisso da atual gestão, ainda encontra forças para pedir socorro diante da destruição incisiva que vem sofrendo. Agora resta saber até quando!  
 

 

 
 


'Não dá para misturar arte e política', diz o irlandês John Banville na Flip

Para ele, 'a única obrigação da arte é ser arte'.
Com declarações irônicas, autor dividiu mesa com americana Lydia Davis.



Do G1

Foi apenas durante a resposta da última pergunta de sua apresentação na 11ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) que John Banville recebeu os aplausos mais intensos de plateia. Alguém no público enviou uma questão sobre arte e política. O irlandês, que dividiu a mesa com a americana Lydia Davis, comentou: "Não dá pra misturar arte e política, porque acaba saindo arte política e política ruim".


A defesa foi esta: "Não é possível fazer declarações políticas através da arte, e nem o contrário. A única obrigação da arte é ser arte, este é o meu trabalho". A mediação do encontro foi do crítico e acadêmico Samuel Titan Jr.
Lydia Davis deu resposta distinta, mas não exatamente reveladora. “Acho que as convicções políticas acabam aparecendo no seu trabalho de maneira natural”, disse. “Tudo que você sente, pensa e é acaba aparecendo. Não precisa de propósito, pensar: ‘Eu vou escrever algo político’.”

Mais original foi o exemplo que ela deu sobre a maneira que aborda, em sua obra, tais questões. A escritora contou que escreveu uma “história muito curta” contra pessoas que têm esculturas feitas em arbustos. “Elas têm uma estátua de um viadinho, mas matam o viadinho numa caçada. Não é uma convicção política [minha], mas, sim, uma convicção dos direitos dos animais.”

John Banville e Lydia Davis participam de mesa na Flip 2013 (Foto: Reprodução/G1)
John Banville e Lydia Davis participam de mesa na Flip 2013

A mesa chamava-se “Os limites da prosa”, muito por causa do experimentalismo usualmente associado ao trabalho Lydia: ela escreve pequenas histórias que podem ser percebidas como contos ou prosa poética ou uma mistura das duas coisas.

A mesa chamava-se “Os limites da prosa”, muito por causa do experimentalismo usualmente associado ao trabalho Lydia: ela escreve pequenas histórias que podem ser percebidas como contos ou prosa poética ou uma mistura das duas coisas. Se não chegou a empolgar, o assunto rendeu uma discussão acessível sobre as respectivas inspirações literárias e opções estéticas. Sobressaiu John Banville, que não desperdiçou as chances de ser irônico.

Ao término da resposta à primeira questão feita pelo mediador, por exemplo, o escritor afirmou: “As pessoas me dizem de onde você tira suas ideias? Eu digo: ‘Ora, de onde vêm os seus sonhos?’. Eu não quero saber [de onde vem a inspiração], prefiro não saber”. Em seguida, dirigiu a Samuel Titan: “Isso evasivo o suficiente para você?”.

Neste momento, do interior da Tenda das Autores, foi possível ouvir uma sirene – o som vinha de fora. “Você foi evasivo demais, vão te prender”, brincou Titan. Banville devolveu: “Desculpe, eu deveria ter sido mais direto, eu me rendo!”. O irlandês repetiria a piada em outras ocasiões em que questionava a qualidade das próprias piadas.

Mesmo Lydia aproveitou a deixa, a se dizer preocupada com os bilhetinhos que chegavam às mãos do condutor da conversa (perguntas enviadas pelo público). "É um bilhetinho pra mim, eu tenho de sair e me encontrar com a polícia - é isso?", Banville completou.

Na maior parte do tempo, contudo, a abordagem central foi a concepção da obra dele e de Lydia. "Uma vez alguém pediu pra [James] Joyce explicar 'Ulisses' em uma frase, e ele falou: 'Frase que tamanho?'", citou o irlandês. "Sempre é um perigo, sempre existe esse risco de que a prosa vai ficar tão elaborada, tão rebuscada, que perde o sentido."

Lydia contribuiu para o assunto. "O problema é que a escrita pode ser algo muito assustador. Tento não entrar na situação apavorante de estar diante da página em branco e falar: 'Agora começa!'", detalhou.

"O que faço é sempre tomar nota das coisas que acontecem comigo – pode ser uma mosca pousada no papel, uma conversa que ouvi na rua. Tenho muitos bloquinhos. Em geral, o conto está lá esperando. Às vezes, pego esses papeizinhos e levo para minha mesa, vou melhorando um pouco."

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