quinta-feira, 13 de junho de 2013


Saiba mais sobre os protestos em SP contra aumentos de ...


Do G1, em São Paulo


Uma série de protestos iniciada na quinta-feira (6) questiona o aumento das tarifas de trem, Metrô e ônibus em São Paulo para R$ 3,20, em vigor desde o início do mês.

Mobilizações semelhantes já foram registradas neste ano em outras cidades do país. Na capital paulista, os envolvidos nos atos já têm histórico de protestos contra reajustes nas passagens desde a década passada.

Entre os grupos mais conhecidos está o Movimento Passe Livre (MPL), que tem organizado os protestos recentes  recrutando pessoas, inclusive, pelas redes sociais. O movimento foi fundado em uma plenária no Fórum Social Mundial em 2005, em Porto Alegre.
Estudantes são atropelados por governistas de Alckmin

No entanto, as primeiras ações pelo transporte gratuito em São Paulo começaram ainda em 2004, inspiradas em iniciativas ocorridas em Salvador (Revolta do Buzú, em 2003) e Florianópolis (Revolta da Catraca, em 2004).
 
Inicialmente, discussões do MPL feitas em escolas públicas da Zona Sul e da região de Pirituba defendiam o passe livre apenas para estudantes. Com o tempo, o movimento ganhou o apoio de universitários, movimentos comunitários, de moradia e de saúde. Atualmente, o MPL defende que a passagem seja gratuita para todos.

Estudantes mostram a ''cara'' durante protesto e pedem a governador que recue das decisões tomadas

A organização do movimento, que se diz apartidário, não divulga uma estimativa do número de integrantes e diz contar com apoio de doações voluntárias para financiar panfletos e o material utilizado nas discussões.
 
Outro grupo que também convocou seus seguidores a participar das manifestações no início da semana foi o Movimento Mudança Já, que se define em sua página no Facebook como apartidário. O movimento se diz defensor de "uma gestão pública eficiente, da educação e da cidadania". No sábado (8), grupo organizou protesto relâmpago na Marginal Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.

Atmosfera de vandalismo toma conta dos protestos em São Paulo
Em outros momentos, o Movimento Mudança Já chegou a sugerir em rede social uma campanha de boicote, que consistia em pagar as passagens de ônibus, trem ou metrô com notas de R$ 20 e R$ 50. O objetivo era que, sem troco, a companhia fosse obrigada a deixar "passar de graça".

Desta vez, os protestos tiveram início após o aumento da tarifa, de R$ 3 para R$ 3,20, nos meios de transporte da cidade. Segundo o MPL, “todo aumento de tarifa é injusto e aumenta a exclusão social.”
Militares tentam defender o indefensável
O aumento de 6,7%, no entanto, ficou abaixo da inflação no período – a tarifa dos ônibus, por exemplo, custava R$ 3 desde janeiro de 2011. Caso fosse aplicado o reajuste da inflação acumulada no período pelo IPC/Fipe, o novo valor seria de R$ 3,40, segundo a Prefeitura.

Antes do anúncio da nova tarifa, o prefeito Fernando Haddad disse que fez "um esforço para o menor reajuste possível".

Vandalismo

 Neste ano, o primeiro protesto em São Paulo foi registrado na quinta-feira (6). Ao menos 15 pessoas foram detidas. Na Avenida Paulista, estações de Metrô, bancas de jornais e foram depredados. Ônibus foram pichados.
Estudantes acusam Governo Alckmin de roubo através do aumento de passagens
 
O MPL afirmou que não é responsável pelos atos de vandalismo e que os protestos do grupo foram reprimidos com truculência pela Polícia Militar. A PM disse que usa a força apenas para liberar o tráfego em vias importantes da cidade bloqueadas pelos manifestantes.

Repressão e inquérito


 Para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, interromper o trânsito em vias importantes é “caso de polícia”. A afirmação foi dada em entrevista à Rádio França Internacional (RFI), em Paris. “Uma coisa é movimento, tem que ser respeitado, ouvido, dialogado. Isso é normal e é nosso dever fazê-lo. Outra coisa é vandalismo, é você interromper artérias importantes da cidade, tirar o direito de ir e vir das pessoas, depredar o patrimônio público que é de todos. Isso não é possível, aí é caso de polícia e a polícia tem o dever de garantir a segurança das pessoas."
 

 
O Ministério Público de São Paulo informou que irá instaurar inquérito civil público contra os responsáveis pelo quebra-quebra na capital durante protestos contra o aumento das passagens do transporte público. A Promotoria pretende identificar e responsabilizar legalmente os manifestantes que depredaram patrimônios públicos e privados e causaram congestionamentos.

Delegada é presa tentando extorquir blogueiro em Açailândia


No início da tarde de hoje, dia 13, a delegada Clenir Reis, da Delegacia da Mulher do município de Açailândia, foi presa em flagrante tentando extorquir o blogueiro Sininger Vidal, dono da página Rei dos Bastidores, que tem grande acesso na região.

Delegada Clenir Reis foi presa em flagrante
O blogueiro relatou em sua página que vinha sendo coagido “pela quadrilha montada pela delegada a pagar um valor extorsivo de R$ 5 mil, para que ela não o incriminasse com provas forjadas”.

Segundo ele, a delegada estaria atendendo um pedido do proprietário da boate Piratas, Stenio Willian Coelho, que queria calar o blogueiro por conta de várias denúncias postadas sobre seu estabelecimento e um bloco de carnaval.

A delegada Clenir Reis foi presa no momento em que pegava os R$ 5 mil do blogueiro. Ela vinha sendo investigada pelo delegado Leonardo, que cumpriu o mandato de prisão e de busca e apreensão no apartamento dela.
Clenir Reis foi encaminhada para Imperatriz, onde será ouvida na Delegacia Regional da cidade.


A panfletagem solidária

Informações de Bastidores dão conta de que os ex-secretários do prefeito de São Luís, Felipe Camarão e Arthur Guimaraens caíram por conta de suas ações truculentas e isoladas. Panfletagem feita por uma das vítimas promoveu o desgaste


Por Fernando Atallaia
Da Agência Baluarte
atallaia.baluarte@hotmail.com


Ações questionáveis, truculentas e isoladas. Foi nesse contexto que o ex-diretor da Blitz Urbana de São Luís, Arthur Guimaraens teceu suas atividades à frente da autarquia da Secretaria de Urbanismo de São Luís onde Felipe Camarão era o responsável pela pasta. Era. Informações de Bastidores dão conta de que tanto o ex-secretário quanto o ex-diretor ''caíram'' dos cargos pelas muitas denúncias relacionadas às suas respectivas atuações.
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Após a derrubada do muro do político ribamarense, Felipe Camarão foi o primeiro a deixar o cargo
Numa das discrepâncias patrocinadas pela dupla, a quebra de um muro e o recolhimento de mesas e cadeiras de um bar na área da Lagoa da Jansen sob pretexto de supostas irregularidades. ''Irregularidades'' que deixaram claro a intenção dos ex-secretários em empreender ações isoladas no rumo das tão conhecidas perseguições políticas que mostram abuso de poder e de autoridade.

A enxovalhada de reclamações por parte da população atingida pelos ex-gestores(se é que podem ser chamados de gestores), segundo uma Fonte ligada à prefeitura da Capital, estaria desgastando ainda mais o governo de Holandinha, fato que teria resultado na saída abrupta dos secretários num mesmo momento. A equipe de reportagem da Agência Baluarte visitou uma das casas de shows da Lagoa da Jansen e em conversa com um dos proprietários obteve declarações afirmativas sobre o fato. O dono do bar, por medo de represálias, preferiu não ser identificado.


Arthur Guimarães em Teresina
Informações de Bastidores dão conta de que Arthur Guimaraens não resistiu às denúncias de Roberto Câmara e  teve de ir às pressas para Teresina após saída de cargo
'' Já estava mais do que na hora deles saírem desses cargos, a gente sofreu muita perseguição aqui, era cobrança disso e daquilo e o estranho é que era só no nosso estabelecimento, os outros estabelecimentos estavam na mesma situação e eles não cobravam nada, mas o nosso era perseguido dia e noite, somente a nossa Casa, eles cobravam propinas e taxas exorbitantes e que não existiam, abusando do poder para atormentar, mas o detalhe é que era uma ação isolada só em cima da gente, quando eu soube da derrubada do muro do Roberto Câmara aí foi o cúmulo, fiquei com medo de derrubarem aqui também, mas agora a paz voltou a reinar com a saída desses dois'', disse o empresário.
Prefeito Holandinha ainda não acertou na escolha de seus secretários
Perseguição e panfletagem-O político de São José de Ribamar, Roberto Câmara enfrentou uma perseguição ainda maior. Com o muro derrubado e a casa invadida por agentes da Blitz Urbana, Câmara não se rendeu aos ataques e foi às ruas denunciar os secretários. Munido de cópias das queixas-crime impetradas por ele nas delegacias de polícia da Capital, o político ganhou a solidariedade da população de São Luís e, de acordo com Fontes, ajudou a fortalecer uma outra ação. A responsável pelas ''quedas'' de Felipe Camarão e Arthur Guimaraens de suas secretarias, até então alvo de acirradas críticas por parte dos ludovicenses.
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O político de São José de Ribamar, Roberto Câmara e suas panfletagens tem sido determinantes na manutenção dos quadros da prefeitura de São Luís, afirmam os ludovicenses  
ANB Online conversou com a empresária e professora Rita Silva, residente no bairro Cidade Operária e constatou o fato. '' Eu mesma tirei 3 mil cópias das queixas dele(Roberto Câmara) e das reportagens sobre o muro desse rapaz que aqueles malucos derrubaram e mandei distribuir até fora da cidade, não podemos compactuar com essas ações loucas, tresloucadas de quem nunca esteve no Poder e agora quer fazer o que bem quer com a população, na Lagoa essa Blitz ataca todo mundo, eu já vi eles derrubando mesa, cadeira de bar, é um procedimento sem noção, esse prefeito Holandinha devia tomar uma providência, o povo não consegue mas nem se divertir nos lugares, é uma completa mazela social'', afirmou a professora.

A nossa reportagem tentou contatar os ex-secretários de Edivaldo Holanda Júnior, Felipe Camarão e Arthur Guimaraens para obter informações sobre as denúncias mas, de acordo com um funcionário da Prefeitura, ambos se encontram em Teresina após terem deixado os cargos. Em seguida, tentamos contatar o prefeito Holandinha para saber qual a razão dos procedimentos arbitrários e facciosos da Blitz Urbana de São Luís nos bairros da cidade, mas uma Fonte nos informou que o mesmo estava em momento de oração e não poderia ser incomodado.


Prefeito acompanha processo de municipalização de escolas da rede estadual
 
 
Mais uma reunião para acompanhar o andamento do processo de municipalização das escolas estaduais do conjunto Maiobão foi realizada na quarta-feira (12), na Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O prefeito de Paço do Lumiar, Josemar sobreiro e a secretária municipal de Educação, Ana Paula Pires foram recebidos pelo secretário estadual, Pedro Fernandes em seu gabinete para discutir a transição.
 
Paço do Lumiar entrará na segunda etapa do processo de municipalização, onde serão beneficiados 6.069 alunos do ensino fundamental das unidades integradas, “Robson Martins”, “Bandeira Tribuzzi”, “Marly Sarney”, “Ministro Henrique de La Roque”, “Maria Ramos Martins”, “Monteiro Lobato” e “Nadir Nascimento de Moares”.
“Precisamos nos unir para dar educação de qualidade às nossas crianças e jovens. Queremos, no futuro, esses cidadãos de hoje, formados, capacitados e trabalhando para fazer o Maranhão crescer cada vez mais”, frisou Josemar.
 
 
 
 
Prefeito Josemar Sobreiro anda preocupado com a Educação de Paço

O  secretário de estado da Educação afirma que essa é uma decisão acertada, em benefício de todos. “É preciso que o trabalho seja organizado e em conjunto entre as esferas estadual e municipal em prol do desenvolvimento do estado”, observou.  Ele destacou ainda, a importância dos prefeitos na proximidade das escolas, e que assim, se torna mais viável o reconhecimento e a solução de problemas.
 
Com a municipalização, o governo transfere a gestão dos imóveis, matrículas de alunos e recursos financeiros das escolas de ensino fundamental, sendo que o principal critério para municipalização, é a proficiência e o desempenho das avaliações feitas pelo Governo Federal.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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