sábado, 8 de junho de 2013

Nome do cantor chegou aos trending topics do Twitter graças à falsa notícia de seu falecimento


Zé Ramalho ironizou os boatos de que teria morrido, que acabaram fazendo seu nome entrar nos trending topics do Twitter neste sábado, 8.

Zé Ramalho (Foto: Manuela Scarpa/Foto Rio News)
Zé Ramalho chamou boateiros de ''Mentirosos do Mal''
"Eu não vou dar satisfação a nada! Fodam-se os mentirosos do mal! Hoje à noite tem show! Eu não vou dar satisfação a nada, caralho!", escreveu ele, através de sua mulher, Roberta, pelo Twitter.

Em março deste ano, Zé Ramalho ficou 5 dias internado em um hospital do Rio após uma cirurgia cardíaca.Antes de Zé se manifestar, assessoria de imprensa também já havia negado os boatos. O cantor fará show em Ilhéus, na Bahia, na noite deste sábado.

 

Campanha federal diz: 'sou feliz sendo prostituta'


O Ministério da Saúde lançou uma campanha nas redes sociais para reduzir o estigma em torno da prostituição que deve causar discussão. Uma das peças diz: "Eu sou feliz sendo prostituta" e tem profissionais do sexo como protagonistas. A iniciativa surge após uma série de outras polêmicas envolvendo campanhas de saúde na gestão Dilma Rousseff.

Composto por vídeos e banners, o material é fruto da oficina de profissionais do sexo realizada em março em João Pessoa, que tem como mote "Sem vergonha de usar camisinha". Nas peças, mensagens contra o preconceito, sobre o desejo de ser respeitada e a necessidade de prevenção contra DST-aids. Feita para marcar o Dia Internacional das Prostitutas, 2 de junho, a campanha - que retrata positivamente a profissão - foi bem recebida por feministas e grupos que trabalham com prevenção.

Cinco vídeos surgiram de oficinas na rede social - Reprodução
Banner eletrônico da Campanha
"Quem sabe seja um sinal de que o governo possa retomar uma política de prevenção em aids e saúde pública sem discriminação, lançando até mesmo as campanhas censuradas dirigidas aos gays, que gastaram dinheiro público e não foram utilizadas", afirmou o professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Mario Scheffer.


Prostitutas fazendo manifestação contra a violência de brochantes enrustidos
 
Em março, o Estado revelou que o Ministério da Saúde havia determinado a suspensão da distribuição de material educativo para prevenção de aids dirigido a adolescentes. O kit, formado por seis revistas em quadrinhos, abordava temas como gravidez na adolescência, uso de camisinha e homossexualidade e havia sido feito em colaboração com a Unesco.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou na época que a distribuição havia sido feita sem seu conhecimento e não tinha aprovação do conselho editorial. A decisão se somou a uma série de episódios do governo Dilma. Em maio de 2011, a presidente determinou o cancelamento da entrega de um kit de combate à homofobia produzido pelos Ministérios da Saúde e da Educação.

O especialista da USP ressalta que as ações para redução do preconceito são essenciais para estimular a prevenção. Daí, completa, a necessidade de que iniciativas semelhantes sejam feitas com outros grupos.

Público-alvo

"A valorização é o primeiro passo para a prevenção", afirmou a presidente da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos, Santinha Tavares. Para ela, o governo acertou em trazer mensagens para prostitutas. "Outros grupos já haviam sido contemplados. Era essencial a mensagem para essas profissionais." Os cinco vídeos agora exibidos foram feitos pelas próprias participantes da oficina. Além de prostitutas, fizeram parte do encontro representantes de organizações não governamentais, associações e movimentos sociais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Presidente da Funai pede demissão depois de morte de índio terena

Marta Azevedo alegou ter pedido para deixar o cargo em função de problemas de saúde


João Domingos - O Estado de S. Paulo


BRASÍLIA - Em meio à crise causada pela morte do índio terena Oziel Gabriel há oito dias, durante ação da Polícia Federal para a desocupação de uma fazenda em Sidrolândia (MS), a antropóloga Marta Maria Azevedo pediu nesta sexta-feira, 7, demissão da presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai). A diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável, Maria Augusta Assirati, assume o cargo interinamente.
Informações de bastidores são de que saída da dirigente foi causada pela morte de índio terena - Divulgação
Informações de bastidores são de que saída da dirigente foi causada pela morte de índio terena
Marta Azevedo alegou problemas de saúde. Em nota divulgada no início da noite, a Funai afirmou que "a decisão foi tomada por ela em virtude da necessidade de realizar tratamento médico, que é incompatível com a agenda de presidenta (do órgão)".
Informações de bastidores, porém, são de que a saída da dirigente da Funai teve como causa a morte do índio Oziel, o atentado a tiros contra outro terena - Josiel Gabriel - também em Sidrolândia, há três dias, e a resistência dos indígenas de várias etnias contrários à construção de hidrelétricas na Amazônia.

Mulher é encontrada morta e semi nua às margens do Rio Grajaú em Paulo Ramos

O Imparcial


No final da tarde desta sexta-feira (07) populares encontraram um corpo de uma mulher ainda não identificado às margens do Rio Grajaú, no Município de Paulo Ramos à 347 Km da capital.

Policiais Civis que estiveram no local relataram que a mulher poderia ter sido enforcada ou estuprada, pois foi encontrada com uma peça de roupa em volta do pescoço e sem roupas da parte de baixo, onde pode ter sido abusada sexualmente.

Corpo foi encontrado às margens do rio
O instituto Medico Legal (IML) foi acionado para fazer a apericia, e a policia irá investigar o caso.
A polícia ainda informou que qualquer informações podem entrar em contato com os números do 190 do disque denúncia 3223-5800 (capital) e 0300 313-5800 (interior).






 
Incra-MA planeja ações de prevenção 
e combate ao desmatamento


Na semana do Meio Ambiente, a Superintendência Regional do Incra no Maranhão realiza a oficina do programa “Assentamento Verde.”  Todas as Superintendências do Incra que atuam nos Estados situados na Amazônia Legal, como Maranhão, Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Acre, Mato Grosso, Tocantins e Goiás integram o Programa que será executado até 2015.O Maranhão, é um dos estados integrantes da Amazônia Legal que registrou no ano passado uma redução nos desmatamentos praticados nos assentamentos situados nesta área. Números levantados pelo Instituto  Nacional de Pesquisas Espaciais, (Inpe)  obtidos através do projeto Prodes que monitora por satélite a floresta amazônica brasileira e do sistema de detecção de desmatamento em tempo real (Deter) indicam que no Maranhão, no ano de 2012,  houve uma redução de 24% na áreas desmatadas em assentamentos do Incra, quando comparados com os dados de 2011.


Na avaliação de José Inácio Rodrigues, Superintendente do Incra no Maranhão, eventos como a oficina sobre o programa “Assentamento Verde” que prossegue até a próxima sexta-feira, dia 07 junho, contribuem para reforçar ainda mais as ações voltadas a preservação ambiental nestas áreas, especialmente nos estados da Amazônia Legal, onde a questão ambiental torna-se prioridade. “ Os números que apontam a redução dos desmatamentos nos assentamentos do Estado que se situam na região da  Amazonia Legal, mostram que estamos no caminho certo, quando investimos em ações ambientais e esta oficina que reúne servidores dos mais diversos setores do Incra, reforça este compromisso e tenho certeza que iremos ainda avançar muito mais neste aspecto”, comenta.

O superintendente do Incra no Maranhão, José Inácio Rodrigues

Ele ressalta que na semana passada, a vinda ao Maranhão de três representantes do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) teve como objetivo apresentar à Superintendência Regional do Incra dados sobre levantamentos feitos pelo Ipam sobre os desmatamentos realizados nos assentamentos da Reforma Agrária e fornecer ainda mais subsídios para a realização de ações como a oficina do programa “Assentamento Verde”, que foi iniciada no último dia 03 de junho e prossegue até a próxima sexta-feira, dia 07 de junho.
 
A pesquisa do Ipam, denominada“Avaliação da dinâmica do desmatamento em assentamentos de reforma agrária no Maranhão”,   foi apresentada pela diretora do Programa Cenários para Amazônia, Ane Alencar, que informou que o estudo confronta os dados dos limites geográficos dos projetos de assentamento da base do Incra com os dados de desmatamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Um dado importante apresentado demonstra que boa parte dos assentamentos criados no Estado do Maranhão, especialmente na década de 1990, já se encontravam com uma área média desmatada de 59%, chegando a 77% de taxa de desmatamento nos assentamentos criados no Estado entre 2006 e 2011.
 
 
Para a engenheira florestal do Incra-MA, Hulda Rocha, a pesquisa trouxe dados que vão desmistificar  essa máxima de que os assentados são os principais responsáveis pelo desmatamento. “Isso mostra que muitas das áreas computadas como desmatamento causado pelos assentados da reforma agrária já se encontravam desmatadas pelos seus antigos proprietários”, comentou a engenheira.  O Programa “Assentamentos Verdes”, também é denominado de Plano de Prevenção, Combate e Alternativas ao Desmatamento Ilegal em Assentamentos da Amazônia Legal (PPCADI) e foi criado em novembro de 2012. O objetivo do programa é a execução integrada de ações do Incra/MDA com instituições parceiras públicas e privadas e com movimentos sociais do campo que visem prevenir, combater, e executar alternativas ao desmatamento ilegal em assentamentos de reforma agrária na Amazônia Legal.
 
No Maranhão serão incluídos 44 projetos de assentamento no Programa Assentamentos Verdes. As ações serão orientadas em quatro eixos: valorização de ativos ambientais e de atividades produtivas; a recuperação de passivos ambientais com geração de renda e segurança alimentar para as famílias; a regularização fundiária e ambiental via Cadastro Ambiental Rural (CAR), por unidade familiar; além do monitoramento e controle ambiental.
 
 
Reajuste Salarial de 7,5% não é aprovado pela categoria dos municipais

Em Assembleia Geral, servidores e sindicalistas são taxativos ao não consensuar com reajuste.
 

 O Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís – SINFUSP/SL realizou na manhã desta sexta-feira (07) uma Assembleia Geral com servidores do município, onde puderam discutir o reajuste salarial de 7,5% oferecido e chancelado pela Prefeitura de São Luís. O ato aconteceu no Auditório do SINDSEP (Monte Castelo).
 
“Entendemos este reajuste como algo discriminatório. Para o grupo de Magistério (professores), o aumento foi de 9,5% e para os demais servidores, somente o 7,5%. A categoria esperava que todos fossem tratados sem diferença. A lei prevê tratamento igualitário em matéria de reajuste salarial. Nós não concordamos com esta situação”, criticou o Secretário de Finanças do Sinfusp – Cristovam Araújo.

Edvaldo Holanda Júnior, mais conhecido como Holandinha, o prefeito Carminha  
Além das propostas e encaminhamentos que vão ser direcionados ao Executivo Municipal, o Sindicato vai solicitar o apoio da Câmara Municipal de São Luís, a fim de quê, com a ajuda dos vereadores, possam melhorar o valor do reajuste. O Sinfusp/SL entende que a Prefeitura vai ter condições financeiras para que a partir do 2° quadrimestre possa conceder um reajuste complementar (de acordo com a variação/aumento da Receita).
 
Alguns dos servidores presentes propuseram movimento grevista demonstrando total insatisfação com a proposta indecorosa do Governo.
Evitando qualquer descontentamento entre os funcionários municipais e a Prefeitura, o Sinfusp/SL propôs traçar estratégias de mobilizações até o mês de Setembro e afirma que apesar de aceitar o valor de 7,5%, quer um maior percentual de reajuste salarial. Entre as partes está a insatisfação devido aos percentuais não serem consensuais

Desta forma, face às inúmeras contestações acerca do reajuste salarial 2013, a Entidade quer tratar também de questões cruciais que devem ser levadas em conta pelo Governo Municipal, pelos Parlamentares e também pelas Centrais Sindicais nesse debate, entre elas: a continuidade permanente da Mesa de discussão para que outras pautas possam ser tratadas – a Implementação do PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Salários), os 40% dos cargos comissionados, assistência médica e de formação aos servidores, além de uma valorização e incentivo ao servidor para que este possa oferecer um serviço de qualidade à população.

 

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