sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Judiciário quer reduzir número de presos provisórios no Estado


Da Ascom do TJ


A redução em mais de 10% do número de presos provisórios no Maranhão – ainda sem condenação definitiva – é uma das principais metas do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal de Justiça do Estado para 2013.

“Vamos nos empenhar para atingir a média nacional, que é de 40% de presos provisórios. É o aceitável, mas não o ideal”, sugere o coordenador em exercício do GMF, Douglas Melo Martins, juiz auxiliar da 2ª Vara de Execução Penal de São Luís.
 
Segundo o magistrado, em 2009, o Maranhão apresentava um dos piores índices do país. De 2009 a 2011 o percentual de presos provisórios no Estado passou de 74% para 52%, uma redução de 22%. Atualmente, cerca de três mil detentos (52%) aguardam julgamento nas unidades prisionais.
Douglas Martins diz que o objetivo é atingir a média nacional, que é de 40% de presos provisórios
 
 
Para Martins, a redução registrada nos últimos dois anos foi possível graças à criação de novas varas criminais e de execução penal, à tramitação eletrônica dos processos em 100% das Varas de Execução Penal do Estado, além das audiências com sistema audiovisual, mutirões carcerários e parcerias viabilizadas pelo GMF envolvendo secretarias de Estado, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada.
 
Na avaliação dos integrantes do Grupo de Monitoramento, para que o Maranhão atinja o índice ideal, que é de 20%, é necessário que os juízes criminais identifiquem problemas que dificultam a execução em suas respectivas comarcas.
 
“É necessário também ampliar o número de defensores que atuam no interior, com a implantação de mais núcleos da Defensoria Pública e adotando as penas alternativas com maior frequência”, complementa Martins.
 
Segundo o juiz, o uso de equipamentos nas audiências também poderá acelerar os julgamentos. “Utilizando esse sistema, os juízes conseguem realizar o dobro de audiências por dia”, diz.

 

Morre radialista Jairzinho da Silva, ex-vereador de São Luís

 

Morte ocorreu no início da tarde. Suspeita é que tenha sido infarto.
Atualmente ele apresentava um programa de TV


Do G1


O ex-vereador e ex-deputado, radialista e apresentador Raimundo Nonato Jairzinho da Silva, o Jairzinho da Silva, morreu no início da tarde desta sexta-feira (4). Ele estava sozinho em casa, pois a esposa, Maria de Fátima, havia saído para levar almoço à filha do casal, que teve um bebê no último dia primeiro; ao voltar pra casa encontrou Jairzinho caído na sala de casa. Ela ainda chamou os paramédicos, mas quando chegaram já estava morto. A suspeita é que a causa seja um infarto.


Jairzinho sofria complicações cardíacas e já tinha passado pela cirurgia conhecida como ponte de safena, quando uma parte da veia safena da perna é utilizada para desviar sangue da aorta. Logo no começo da tarde a morte foi confirmada pela esposa do radialista à produção do Programa Rádio Patrulha, da Mirante AM, comandado pelo radialista Domingos Ribeiro.
O radialista e apresentador Jairzinho: morte por infarto
 
Atualmente Jairzinho apresentava o programa “O Povo com a Palavra”, transmitido pela TV Guará. Na carreira política trazia no currículo o cargo de ex-deputado estadual, ex-vereador de São Luís por vários mandatos e até de vice-prefeito da capital, na gestão de Gardênia Castelo (1986 a 1989), esposa do ex-prefeito João Castelo.

 Como comunicador trabalhou diretamente com a população mais carente. Criou personagens que ficaram conhecidos pelos telespetadores, como o boneco Migué. Atuou na Rádio Educadora, na Rádio Timbira. Jairzinho ficou conhecido por comentários polêmicos em seus programas.

 

Nota de pesar

 

Pouco tempo após a confirmação da morte de Jairzinho da Silva, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Governo do Maranhão emitiu nota lamentando a morte do radialista e apresentador. O texto afirma que Jairzinho da Silva deixa uma lacuna na comunicação maranhense.

 
 
 
Letras e Canções
 
 
 
 
Leia na íntegra a letra da  canção ‘Frio’ de autoria do cantor e compositor ribamarense Fernando Atallaia
 
 
Frio (Fernando Atallaia)


 
Era quase menos do que eu queria

Era quase mais do que eu podia

Já era tarde e o mesmo dia

Um grito no infinito buscando seu nome

 

 
 
Onde você estar querida

Por onde você anda menina

Em qual sonho? 

Esse calor precisa de amor pra não naufragar

No frio

Esse calor precisa de amor pra não naufragar no frio
 

 
 
E era quase tudo a antiga sintonia

Do que restou intacto sem precisar mudar de paisagem

Eram as muitas imagens dos jardins de sua alegria

Já era noite na calçada quase madrugada

E um grito no infinito buscando seu nome

 
 

Onde você estar querida

Por onde você anda menina

Em qual sonho?

Esse calor precisa de amor pra não naufragar no frio

Esse calor precisa de amor pra não naufragar no frio  

 

 


 

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