sexta-feira, 10 de agosto de 2012



Festival de Música Viva realiza edição comemorativa dos 400 anos




Depois de vinte e sete anos, uma nova edicão do Festival será realizado em São Luís. O valor total da premiação é de R$ 50 mil. As inscrições podem ser feitas até 10 de setembro



De O Imparcial




Atenção músicos e compositores, é chegada a hora de tirar do fundo da gaveta, ou melhor, do arquivo do computador as suas composições e/ou produções artísticas e mostrá-las para o Brasil. Um dos mais emblemáticos festivais de música do Maranhão volta à cena por conta dos 400 anos de São Luís e já está com inscrições abertas até o dia 10 de setembro.
Vinte e sete anos depois o Festival Viva, desta vez com o nome Festival de Música Viva 400: uma nova história da música popular maranhense, chega com o mesmo propósito, de revelar e divulgar novos talentos valorizando músicos, compositores, arranjadores e intérpretes, porém com dezenas de ações mobilizadoras como o fomento, fortalecimento, sustentabilidade e difusão das produções culturais.






Ocorrido em 1985 o famoso Festival Viva movimentou o cenário musical da época deixando marcantes reflexos na produção cultural de São Luís, revelando e consagrando nomes como Fauzi Beydoun, César Teixeira, Rogério do Maranhão, Roberto Brandão, Inácio Pinheiro, Fátima Passarinho, Cláudio Pinheiro, Gabriel Melônio, dentre outros, que tiveram a oportunidade de gravar seus trabalhos pela primeira vez e que hoje integram o primeiro time da música maranhense. Na época o vencedor foi César Teixeira, com a canção Oração Latina interpretada por Gabriel Melônio e Cláudio Pinheiro.



Festival Viva: acordes da ilha são conclamados






As inscrições estão abertas até o dia 10 de setembro de 2012. Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição disponível nos sites www.projetosviva.com.br e www.projetosviva.com e encaminhar as músicas em CD ou DVD ao escritório-sede do projeto (localizado na Av. Ana Jansen, 475, São Francisco), caso a inscrição seja efetuada pelo correio ou pessoalmente; ou em formato MP3, caso seja feita diretamente no site (www.projetosviva.com.br e www.projetosviva.com). As canções deverão ser acompanhadas de cinco cópias da letra de cada música.







O Festival Viva 400 acontecerá em diversos locais e sua agenda prevê seletivas a partir de outubro nos municípios de São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, além de bairros de grande densidade populacional de São Luís e em universidades. A grande final acontecerá em local de destaque na capital maranhense e está prevista para o dia 7 de dezembro.
Historicamente os festivais de música revelaram grandes talentos da música popular maranhense. A carência de grandes eventos desse porte em São Luís, deve movimentar a classe artística. Para Regina Oliveira, do grupo As Lamparinas, os festivais oportunizam a divulgação daquele talento que ainda não pode aparecer. “Os festivais lançaram vários cantores importantes pra musica universal e aqui no Maranhão não deve ser diferente”, comenta.




Edição revista





Nesta nova edição comemorativa aos 400 anos da cidade, o Festival Viva vislumbra repercussão e impactos ainda mais significativos. Serão realizadas oito eliminatórias, duas semi-finais e uma grande final, culminando com a produção de um CD e um DVD com as doze músicas finalistas, que serão alçadas ao cenário cultural nacional mediante um amplo plano de divulgação, atendendo assim a um antigo anseio da classe artística maranhense de ver a sua música conhecida e executada em todo o país.




Não se trata apenas de um Festival, mas de um conjunto de ações que envolvem a sociedade e sua história. De acordo com Nan Sousa, coordenador executivo do Projeto e vice-presidente do Convention Bureaux, o Festival está inserido num projeto de marketing cultural, com grande leque de abrangência. O Festival realizado pelo Convention & Visitors Bureau, foi aprovado pelo Ministério da Cultura e conta conta com o patrocínio da Vale e apoio do BASA (Banco da Amazônia). De acordo com Nan Sousa, a pretensão é de que o festival aconteça a cada dois anos.



Famílias Sarney e Murad descartam Luis Fernando, segundo a revista Veja






Do blog do Garrone






Depois que leu o site da Revista Veja o secretário Luis Fernando Silva (Casa Civil) foi obrigado a mudar de planos em relação ao seu futuro político.


A revista publicou informações sobre uma reunião ocorrida em fevereiro deste ano em São Luís, onde estavam presentes José Sarney, seus filhos e o genro Jorge Murad, o nome de Lobão foi oficialmente definido para a sucessão.



Com isso, Silva já comunicou a Gil Cutrim que pretende candidatar-se em 2016 a prefeito de São José de Ribamar, onde fez boa administração e sonhava exibi-la como vitrine na campanha de governador em 2014 com apoio da madrinha Roseana Sarney.





Na matéria, a revista afirma que o Planalto articula a saída de Lobão do Ministério de Minas e Energia para assumir a Presidência do Senado. Leia a íntegra da matéria abaixo:



Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia




Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado

 



Por Ana Clara Costa e Naiara Infante Bertão

Revista Veja






Se for bem-sucedida na tentativa de convencer Lobão a deixar o MME, a presidente tentará emplacar o nome de Marcio Zimmermann para o posto.




O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14.


o ministro de minas e energia, Edison Lobão


Lobão: saída do MME tem de ser vantajosa para ele




Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março.





A estratégia da presidente seria perfeita, não fosse a discordância de membros do próprio PMDB – que historicamente controla os principais órgãos do setor elétrico brasileiro. No Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula há meses seu retorno à cadeira de presidente do Senado, da qual foi alijado no final de 2007 após ser atropelado por uma série de denúncias. Além disso, um eventual rompimento com Renan provocaria reflexos imediatos na já desafinada relação do Planalto com o Legislativo.






Tampouco Lobão está plenamente convencido de que assumir o cargo no Senado é a melhor decisão. “A presidente possui uma ótima relação com o Lobão, mas não com o Renan. Ter um nome de confiança na articulação política do Senado, às vésperas das eleições de 2014, é primordial para o partido. Ela precisa dele”, afirma uma fonte ligada ao Planalto. Além disso, caciques do PMDB temem que, ao permitir que um nome técnico comande o MME, o partido perca mais espaço dentro do governo Dilma – após sucessivos desfalques ocorridos na esteira de escândalos de corrupção que apearam ministros pemedebistas do poder.






Tabuleiro - Em seu segundo mandato como chefe da pasta (o primeiro foi entre 2008 e 2010), Lobão é peça importante no xadrez político dentro e fora do Ministério. Aliado de José Sarney (PMDB-AP) no Maranhão desde os tempos da Arena, ele não só é um dos ministros mais respeitados no Planalto, como também o principal nome para suceder a família Sarney no governo do Maranhão, em 2014. Com os olhos para esse projeto, comandar o Senado seria uma vitrine ideal.



Luis Fernando Silva: como alternativa, ele poderá tentar a prefeitura da cidade balneária em 2016




“Só há uma coisa que o Lobão queira mais do que o Ministério. É o governo do estado. E a família Sarney já definiu que ele será o sucessor”, afirma uma fonte ligada ao governo maranhense. Segundo a fonte, em reunião ocorrida em fevereiro deste ano em São Luís, onde estavam presentes José Sarney, seus filhos e o genro Jorge Murad, o nome de Lobão foi oficialmente definido para a sucessão. A escolha sobrepõe-se à alternativa de lançar à reeleição Roseana Sarney – atual governadora do estado e filha mais velha do presidente do Senado –, tendo em vista que seu governo encontra-se cada vez mais enfraquecido.






Caberá à presidente Dilma Rousseff a tarefa de tentar convencer Sarney e Lobão de que a presidência do Senado é a melhor saída política para PT e PMDB. Uma aliança bem estruturada entre eles também é fundamental para se contrapor à movimentação de parlamentares pemedebistas que querem a volta de Renan Calheiros ao posto. “O Lobão não é de brigar. Ele não vai forçar nenhuma situação”, diz um ex-assessor do ministro.






Contudo, fontes garantem que ele tampouco está disposto a ceder a interesses que não sejam os dele. Aos 75 anos, Lobão está bem no Ministério, fortalecido politicamente graças ao seu talento de negociador e, segundo pessoas próximas, terá de enxergar algum benefício em deixar a pasta para assumir a extenuante rotina no Senado. “Ele não quer! Imagina o estresse do velhinho, que ainda por cima sonha em ser governador do Maranhão”, diz um assessor.






Literatura Portuguesa em alta








Fernando Pessoa: obra revisitada






Oficina Literária “Fernando Hiper Pessoa” com a professora doutora e escritora Teresa Rita Lopes, da Universidade de Lisboa e do Instituto de Estudos Modernistas – IEMO. Trata-se de uma das maiores especialistas na obra do poeta português. Promoção do Papoético. Inscrições: R$ 60,00 (profissionais) e R$ 30,00 (estudantes). Local das inscrições: Livraria Poeme-se (rua João Gualberto, 52 – Praia Grande. Fone: 32324068) e Academia Maranhense de Letras (rua da Paz, nº 84 – Centro. Fone: 32313242). Informações pelo fone: 88245662.





Famílias maranhenses recebem atividades do Água para Todos











As ações do programa Água para Todos executadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) nos estados onde atua chegam esta semana a sete municípios maranhenses: Cantanhede, Anajatuba, Codó, Alto Alegre, Arari, Matões do Norte e Pirapemas. Ao todo, o estado do Maranhão será contemplado com 4.302 cisternas de polietileno, o que facilitará o acesso da população a água potável para preparo de alimentos e higiene pessoal.








Em Cantanhede, a empresa dá seguimento à instalação desses reservatórios. Já foram entregues ao município 140 cisternas e, nesta semana, devem ser instaladas 50 unidades. Em Anatajuba, haverá formação do Comitê Gestor Municipal, que tem papel fundamental na mobilização das comunidades.







Nos municípios de Codó, Alto Alegre e Arari, serão realizadas reuniões para cadastramento das famílias. Em Pirapemas e Codó, haverá marcações para as futuras instalações das cisternas. Já em Matões do Norte, que foi o primeiro município maranhense a ser contemplado com as ações do Água para Todos, haverá vistoria dos 154 reservatórios já instalados.
                    









Avanços do programa - O Água para Todos é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional (MI) e faz parte do Plano Brasil Sem Miséria, instituído pelo governo federal em julho de 2011 para erradicar a pobreza extrema. Em sua área de atuação, a Codevasf já instalou mais de 13 mil cisternas em 27 municípios, em áreas rurais prioritariamente situadas no semiárido nordestino brasileiro, envolvendo recursos da ordem de R$ 65 milhões.
                  









Com a aceleração, no último mês de julho, do ritmo de validação das famílias, a ampliação das equipes de campo e o aumento de frentes de trabalho das empresas instaladoras das cisternas, a Codevasf assegura o cumprimento da meta de beneficiar 60 mil famílias até dezembro desse ano, para que estas possam ter mais tranquilidade durante a seca. Com isso, a empresa estará dando a partida, ainda esse ano, para validar mais 90 mil famílias, traduzindo investimentos totais de R$ 750 milhões.








Antes da instalação da cisterna, a Codevasf segue uma estratégia para garantir a correta distribuição dos reservatórios. Para isso, o programa organiza Comitês Gestores Municipais formado por representantes da sociedade civil organizada, sindicatos de representação rural, associações rurais, igrejas, pastorais e do poder público municipal, além de Comissões Comunitárias. O Comitê auxilia na mobilização local das comunidades visando ao cadastramento e à validação das famílias a serem beneficiadas.
            






      
A indicação das localidades cabe ao Comitê, bem como a relação dos beneficiários, obedecendo aos critérios do programa – famílias de áreas rurais, prioritariamente do semiárido, em situação de pobreza e extrema pobreza associada à carência de acesso à água com renda per capita de até R$ 140,00, desde que inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), e também aos aposentados que, mesmo possuindo renda per capita familiar acima de R$140,00, vivam exclusivamente de sua renda previdenciária. O CadÚnico é o instrumento de identificação e caracterização sócio-econômica das famílias brasileiras de baixa renda a ser obrigatoriamente utilizado para seleção de beneficiários dos programas sociais do governo federal.
                  







Para garantir o perfeito funcionamento e uso adequado das cisternas, são promovidos cursos de Gestão da Água com as famílias beneficiadas. Nessas capacitações os participantes são orientados quanto à utilização da água sem desperdício e instruções para a manutenção dos reservatórios.









Matéria enviada por Assessoria de Comunicação e Promoção Institucional da Codevasf-Governo Federal.  

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