sábado, 7 de julho de 2012
                        

                     
                        Nota de Esclarecimento


 


Bem, cidadãos e cidadães ribamarenses, a  lei eleitoral em nada proíbe a veiculação de enquetes sobre eleições, mas em contrapartida abre entendimento para julgamento sobre as mesmas e este entendimento dentro do respaldo jurídico pode implicar em multas ao agente propagador da enquete divulgada. Percebemos que conseguimos em uma única semana o que alçávamos com a enquete em questão e mais uma vez acertamos em cheio. Ou seja: a enquete proposta por nossa equipe e motivada pelo eleitorado ribamarense conseguiu travar uma disputa acirrada entre os participantes Gil Cutrim(PMDB), Arnaldo Colaço(PSB) e Júlio Filho(PC do B). Também incomodou a pessoas ligadas a grupos políticos na cidade, que temerosas desejaram arduamente que a nossa enquete saísse do ar. Saiu de fato, mas não por esta razão. Reconhecemos que pecamos quando não notificamos em ressalva e/ou observação tratar-se de uma pesquisa não oficial; não cientifica e, portanto aceitável aos padrões determinados pela Justiça Eleitoral. Tentamos ainda hoje(7)uma ressalva e a continuidade da enquete, mas já de forma tardia uma vez que o procedimento coerente seria veicular a nota de observação no dia em que a mesma  entrou no ar. Pedimos desculpas pelo transtorno aos milhares de leitores de ANB Online e reafirmamos que tentamos das mais diversas formas manter a enquete em exposição neste portal de notícias. O esforço foi (in)útil. Tentaremos a partir da próxima semana a viabilidade da enquete para não deixar o assíduo leitor do Blog frustrar-se diante do seu visível interesse nas eleições deste ano. O ribamarense está antenado e mais participativo, atento ao fortalecimento dos processos democráticos na cidade e, sobretudo mais exigente. Jactamos-nos na melhor das intenções de estarmos contribuindo para esta mudança e não seria logo agora que retrocederíamos. Torçam para que possamos voltar com a enquete o quanto antes mas se não conseguirmos solidarizem-se conosco.




Obrigado a todos pela compreensão,

    
     
      Fernando Atallaia

Editor Responsável- ANB Online.


LEIA NA ÍNTEGRA O POEMA ‘O INVEJOSO’ DA OBRA INÉDITA POESIA SEM AZIA OU O POETA-CÃO NO REINO NA MONOTONIA DE AUTORIA DO POETA E ESCRITOR RIBAMARENSE FERNANDO ATALLAIA.



O Invejoso




Ele nasce ali entre a incompetência e a ardência da revolta

O Invejoso tem medo daquilo que lhe atrai

Dorme covarde e acorda mentiroso

Eis aí o Invejoso




O Invejoso: ele está sempre atento aos movimentos daquilo que ele não pode ser



Olhos de ratazana passeando nenhuma ideia

Um verme a espreitar a beleza e o encanto

O Invejoso socratiano

Aquele velho conhecido das cavernas do pensar





Ele sobrevive em rodopios de sua sempre igual ignorância  

Paira na superfície em dó maior

O Invejoso tenta esconder-se em mil faces alegres

E a dor insuportável de sua reles existência a lhe roubar o sono












Em busca de espaço manobrando um cometa desesperado
O Invejoso e suas artimanhas malogradas seguem seu intento
Nem palavra lavra ou pensamento lhe dariam um brinde de sátira ou comédia
Eis aí o Invejoso na tragédia dos seus dias sempre atento aquilo que não é
Aquilo que nunca será



O Invejoso: covarde, ele sempre age pelas costas

Como a bruma namorando o ar  Ele caminha sua ignomínia
Pelas hastes pelas hostes pelos becos e lugares
Até não mais disfarçar  



Dos campos às cidades o Invejoso nutre casas em sua débil fantasia
Povoa rastros iluminados grudado qual rã na sola de alpercatas
 Um nômade desejando o sempre tocar de uma realidade inalcançável
Por que não sua




O Invejoso essa puta nua querendo se mostrar a toda prova a todo risco
A quem nunca desejou comprar fiar ou vender em bandejas prazos divididos
Nenhuma eternidade sorrir ao mísero transeunte das ideias alheias
Nem palácios abandonados ou mesmo teias indefesas
O Invejoso é um pobre diabo solitário sem nenhum lugar à mesa

O Invejoso: para bom entendedor 'meia' palavra basta





Não há mais que um retrato mostrando seu ossuário
Nem as manhãs quentes de verão convertem sua vileza
Não há realeza mais pútrida que aquela mão desejosa de riqueza coroa e alianças
O invejoso é uma dança sem par na companhia de uma dama reclamante
Um tolo louco que nunca se encontrará.  



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