segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
 Leia aqui o poema Canção de Hyperion do poeta lírico e romancista alemão Friedrich Hölderlin, um dos grandes nomes da literatura universal em todos os tempos.
 

Brilhantes deuses etéreos
Qual os dedos do artista
nas cordas santas
Sem destino, como a criança
Castamente guardado
Em discretos botões,
O espírito floresce-lhes,
Eterno,
E os santos olhos
Vêem em silenciosa
E eterna claridade.
Nós, porém, fomos condenados a errar,
Sem descanso, p’la terra fora.
Ao acaso, de uma
Hora para a outra,
Os homens sofredores
Somem-se e caiem,
Como a água atirada de
Recife para recife,
Ano após ano, na incerteza.

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