terça-feira, 1 de novembro de 2011

Da obra Safanismo (Fernando Atallaia, Estudos Sócio-Comportamentais e Discussões em torno do Universo Feminino, 2012, São Luis-MA,  Brasil , Editora Baluarte, Edição Limitada)

“A mulher deve entender que antes de ser mulher, conceito criado pela sociedade machista, autoritária e dominadora, ela é um Ser, e como Ser têm o direito de sentir-se em todas as possibilidades de entendimento e prazer existentes em si mesma.

A mulher, como os homens a querem, não é a mulher que ela quer em si.O seu erotismo deve ser trabalhado não como extensão do homem, mas como prioridade de sua existência, assim sendo , ela têm a obrigação pessoal de  explorar-se ao máximo como fêmea(dotada de desejos, instintos e vontades).O corpo feminino é uma estrutura complexa e emblemática.

Os poros e a pele feminina sempre foram canais de pura e real satisfação. A redescoberta do prazer contido nas zonas erógenas da mulher foi um esforço dos homens que amam o universo feminino e colaboram para a sua construção, consolidação e fortalecimento. Toda mulher que se sentir oprimida por um homem, que se sentir traída, desvalorizada, rejeitada e posta em segundo plano tem de negar a esse homem imediatamente, reagindo a essa realidade opressora e despertando do seu Eu, através de suas amplas perspectivas psicológicas, existenciais e sexuais.

Bruna Lombardi: atriz foi símbolo da sexualidade feminina no Brasil dos anos 80
O prazer negado pelo homem à mulher nunca será comparável ao prazer que esta mesma mulher pode sentir e experimentar em seu próprio corpo e personalidade. O universo feminino sempre foi maior e mais abundante que o masculino, todavia menos explorado. Cabe ao Corroborador Sexual conduzir o processo de valorização da mulher em questão, de forma clara, prática e direta, ensinando-lhe técnicas que vão do relaxamento ao toque das vias de satisfação corporal.

Vemos as contradições e desigualdades impostas à mulher no decorrer dos séculos até mesmo na convivência diária, nos costumes e nas falas cotidianas, quando aos homens é dado o direito de proferir determinadas palavras em alto e bom som e em público, enquanto que às mulheres não é permitido sequer o falar sobre sexo. Esse tipo de limitação mostra que o universo feminino ainda vive sob o jugo de um modo de escravidão ideológica visível.

Mas nas sociedades democráticas, assim como os homens, as mulheres também podem tudo, inclusive sair dessa escravidão e serem livres para encontrar-se em si mesmas. Que mal teria, por exemplo, uma dama proferir a palavra ‘fuder’ ou mesmo expressar o seu desejo usando o termo  ‘trepar’ para especificar a sua vontade  de fazer sexo? Mal algum. Quando ambas as palavras foram criadas elas nasceram sem distinção. Portanto não existe linguística feminina, nem tampouco palavra que seja masculina, de modo que a mulher, têm categoricamente o mesmo direito de expressar suas vontades sexuais com quaisquer palavras, as que bem queira.

Sair dessa prisão preconceituosa é  uma tarefa fácil, leve e prazerosa que deve ser iniciada com rapidez pela mulher contemporânea, moderna e atual. Outra nuance de observação pertinente no que diz respeito à liberdade enclausurada a que o ser feminino vem sendo submetido, reside na forma com a qual as mulheres têm se adaptado inconscientemente aos falsos valores morais entranhados na moda. Roupas ditas bem comportadas tem sido um obstáculo à fluidez das sensações femininas.


Na coleira: elas já dão as ordens há muito tempo;e na cama eles obedecem  
A mulher, além de escultura corporal repleta de detalhes sinuosos e sensuais, será sempre  sinônimo de uma beleza formada por curvas e reentrâncias, perceptíveis em todo o conjunto de suas pernas, bunda, seios e mãos. A formação corpórea anteriormente citada é encontrada somente em vestimentas íntimas que a ovacione em espessura e visibilidade, proporcionando  manifestações orgásticas sentidas no ato do vestir e do desnudar-se. Outrossim, toda mulher deve, antes de preencher-se com malhas e algodões, sussurar em suas partes íntimas qual melhor roupa  caberia em suas formas, que precisam sempre de visualização erótica para ganharem ressonância e aspecto libidinoso.

O universo feminino têm em sua gênese a luxúria e o desabrochar de desejos que ainda não foram revelados ou descobertos. A discussão em torno desse debate caberá às mulheres que estejam aptas à inteligência, maturidade, independência e ao prazer complexo. No geral poucas conseguem, mas todas têm o direito de tentar.

(capítulo que trata das relações de comportamento entre homem e mulher, o autor no capítulo seguinte aborda com profundidade as zonas de atração do corpo feminino e especifica técnicas de relaxamento relacionadas ao orgasmo e gozo intra-abundantes )


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